É preciso se cuidar e seguir os próprios instintos

  • 22/01/2020 04:55
  • DA REDAÇÃO

Não é fácil dar de “cara” com uma doença. Receber a notícia de que há algo de errado e que tratamentos deverão ser feitos é algo que assusta qualquer um no primeiro momento. Dentre tantos nomes de doenças, ouvir do médico a palavra câncer, gela o coração tão logo que recebe a informação.

E quando a notícia chega e não se sabe qual caminho seguir? Foi o primeiro pensamento da angolana Iolanda Catarina Rufino de Cata, que com tanta dificuldade, conseguiu o diagnóstico, mas foi brevemente amparada pela família, que conseguiu tratamento em Presidente Prudente. Ela cruzou o oceano e veio em busca do caminho da sua cura.

Em sua história veiculada na edição de ontem deste diário, ela se deu conta de que poderia ter algo, assistindo uma novela brasileira, que orientava sobre a importância do autoexame da mama. Assim o fez, percebeu o nódulo, procurou ajuda em seu país, mas foi no Brasil, pela colaboração de familiares, que encontrou apoio e tratamento. Desta vez, o destino imediato de Iolanda foi Presidente Prudente, e o hospital, o HRCPP (Hospital Regional do Câncer de Presidente Prudente), especializado na doença que a acomete. E a Tra Noi abriu os braços à africana. Ela passa atualmente por tratamento, que é exitoso. Tudo dá certo porque ela considera o Brasil, e especialmente Prudente, sua segunda casa.

Este é só um exemplo de como a orientação é importante e de como é essencial cada um cuidar da sua saúde e, em qualquer momento, buscar ajuda da maneira necessária. Não é preciso chegar o Outubro Rosa para que as mulheres tomem consciência e se apalpem e, em qualquer dúvida, procurem um médico.

A região de Presidente Prudente vem sendo privilegiada com a presença do HRCPP. Muitos precisavam buscar auxílio em outras regiões e, agora, a oportunidade está bem próxima. O HRCPP possui uma grande infraestrutura composta por equipamentos ultramodernos e uma equipe especializada para oferecer atendimento gratuito e humanizado a todos os pacientes. Iolanda cruzou o oceano e foi em Prudente que encontrou esperança.

DA REDAÇÃO

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Jornalista da Redação

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