O último acorde flutua devagar, como fumaça leve que sobe e se espalha pelo ar. Ana Caram acaba de entoar [Leia Mais]
Acordei hoje como quem chega devagar à superfície, ainda envolto no sono, quando ouço o chamado fir [Leia Mais]
Uma sexta‑feira especial preparou meu coração para esse final de semana. Saí da sauna do Tê [Leia Mais]
O sábado não era um dia no calendário; era um ritual. Quando os portões do Prudentão [Leia Mais]
Cheguei na sauna do Tênis Clube numa segunda-feira pra lá do Inferno de Dante. Lá na mesa, a Tavola [Leia Mais]
Escutando o belíssimo bolero, “Lo Siento”, da cantora espanhola, Valerie Loh, lembro dos meus irm&ati [Leia Mais]
Diz a sabedoria popular que o destino de um homem é traçado pela poeira que ele levanta e pela distâ [Leia Mais]
Dizem que o amor é cego, mas no meu caso, ele é estrategista, fala português traduzido pelo Google e [Leia Mais]
Dizem que o tempo é um editor rigoroso, que vai cortando parágrafos e apagando notas de rodapé at&e [Leia Mais]
Em Presidente Prudente, o sol não é apenas um astro; é um monarca absoluto que cobra impostos em su [Leia Mais]
A sala de aula do curso de Jornalismo era um zoológico ideológico, um terrário onde espécime [Leia Mais]
São Paulo, anos dourados. De um lado, a sofisticação absoluta da mansão de Dener Pamplona de [Leia Mais]
Rondonópolis, sob a luz difusa das sete da noite, é um cenário inesperado para a introspecç& [Leia Mais]
Dizem os matemáticos e os místicos que 2026 é o ano do "um", o ponto de partida. Mas ning [Leia Mais]
Trinta dias. Para o calendário, um suspiro; para quem fica, uma travessia num oceano de ausências. É [Leia Mais]
Na nossa família, o amor nunca foi um sentimento silencioso. Ele sempre precisou de palco, de rima e de uma plate [Leia Mais]
O asfalto da Avenida Washington Luís, número 501, era o nosso palco particular. Dali, bastava girar o calc [Leia Mais]
O Morro do Adeus não tem esse nome por acaso; é um batismo de ferro onde as despedidas acontecem antes mes [Leia Mais]
Dizem que a vida é um palco, mas para o Teco e o Roy, essa nunca foi uma frase de efeito; era a pura geografia do [Leia Mais]
A morte é uma visita sem relógio. Ela não pede licença, não consulta a agenda e n&ati [Leia Mais]
Ouro nas taças, planilhas no altar Disseram que o destino era deles para reinar. O gigante de seda, o mais rico [Leia Mais]
Existe uma categoria especial de seres humanos, aqueles que chegam para ensinar o mundo a sorrir. O Neder Renato Isaac, [Leia Mais]
O bando é um ruído constante. É o cheiro de sal, o roçar de penas molhadas e o pânico [Leia Mais]
Diz-se que o destino de um homem começa no chão onde ele pisa primeiro. Para Roy, esse chão tem o c [Leia Mais]
Em pleno coração de São Paulo, o crepúsculo de uma sexta-feira pintava o céu, e o ar, [Leia Mais]
O sol de dezembro em Taúba não pede licença; ele abraça a areia com uma intensidade que s&oa [Leia Mais]
O jazz, dizem, é a música da inteligência, da liberdade e da alma que se recusa a seguir a pauta. Pa [Leia Mais]
Na Avenida Washington Luiz, em Presidente Prudente, nossa aldeia sagrada, os carros passavam, pessoas apressadas iam e v [Leia Mais]
O sol da manhã já anunciava o calor que viria, enquanto eu iniciava a missão de casa. Comecei pela [Leia Mais]
A Marinha brasileira, em seu palácio de casacas brancas e protocolos de ferro, serviu a João Cândido [Leia Mais]
Das mãos que me ergueram, veio o frio, Não um abraço, mas um vulto sombrio. Abri os olhos para a [Leia Mais]
Naquele tempo em que a bola era tratada como se fosse uma grande amante, ela nos dava alegria em cada chute, em cada pas [Leia Mais]
A cena é imbatível na sua ironia cruel. Aqui, na penumbra morna da sala, o aroma da pipoca paira como um [Leia Mais]
Fevereiro de 1992. Eu e meu primo Marcelo estávamos no Rio de Janeiro para realizar o nosso maior sonho. &I [Leia Mais]
O relógio marcava 8h20 quando pisei no consultório, pontual como um metrônomo, mas ansioso como quem [Leia Mais]
A tarde de sol na nossa aldeia sagrada tem sempre um canto que dói de leve, uma nota grave que lembra o que se pe [Leia Mais]
O Parque do Povo, neste exato instante, não é apenas um parque. É uma sinfonia. A batida suave do v [Leia Mais]
Em uma recente reviravolta no cenário político de São Paulo, o jovem e promissor, Guilherme Piai, a [Leia Mais]
A Mulher Maravilha está em Rondonópolis. Uma frase que soa como o início de uma lenda, mas é [Leia Mais]
Em São José do Rio Preto, sob o sol vibrante do interior paulista, nasceu Fabiana. Uma menina de olhos cur [Leia Mais]
Maria Flávia, a bailarina da vida. O nome ecoa como um convite à graça, à leveza de uma dan& [Leia Mais]
Ele não era um juiz comum. Não empunhava a lei como uma espada, mas a manejava como um bisturi, buscando a [Leia Mais]
Depois de um almoço que, na minha cabeça, teve a Mulher Maravilha como convidada de honra – sim, a i [Leia Mais]
Ah, a manhã! Aqueles gloriosos 23 graus Celsius, com o sol a pino, despudorado, beijando cada canto da nossa amad [Leia Mais]
São Paulo amanheceu de luto. O céu, com seus 13 graus e o peso de um cinza-nublado, parecia chorar a parti [Leia Mais]
Hoje, numa manhã qualquer que se tornou especial, o WhatsApp vibrou. Era o Iugi Oshiai, voz amiga que ressoa atra [Leia Mais]
O sábado ardia, mas não um fogo ameno que aquece a pele. Era um calor que sufocava a alma, que vinha de de [Leia Mais]
Sexta-feira. A palavra, por si só, já trazia um sabor de reencontro, um prelúdio de risadas e o eco [Leia Mais]
Na minha amada Presidente Prudente, nossa aldeia sagrada, o céu estava com aquele tom plúmbeo que só [Leia Mais]
Meu pai, Ilem Isaac, é um nome que ecoa em minha memória como um acorde suave, mas cheio de força. [Leia Mais]
Há nomes que transcendem a simples grafia, que ecoam para além das notas musicais e das luzes do palco. Ne [Leia Mais]
Havia um tempo em que as tardes do Dr. Flávio Stabile, advogado, cuja especialidade é de Direito de fam&ia [Leia Mais]
"Sou prudentino de corpo e alma". Não é uma mera constatação, é um jurament [Leia Mais]
O palhaço desgrenhado, a alma em frangalhos de cetim roxo, espreita na viela úmida, a maquiagem escorrendo [Leia Mais]
Dias atrás, a vida me brindou com um daqueles dias que parecem roteirizados por um humorista com uma queda por ir [Leia Mais]
Na Avenida Washington Luiz, onde o tempo não consegue vencer as ilusões. Um lugar que guarda felicidades, [Leia Mais]
Naquele endereço da Avenida Washington Luiz, número 501, existia uma casa onde o ferrolho era um desconhec [Leia Mais]
O céu de Presidente Prudente, naquele crepúsculo de outono, incendiava-se em tons de laranja, um espet&aac [Leia Mais]
O calor intenso que habitualmente aquece a alma hospitaleira de Presidente Prudente cedeu a um frio cortante naquele dia [Leia Mais]
O Pantanal, essa aquarela de vida pulsante, onde o céu se espelha nas águas e o sussurro do vento dan&cced [Leia Mais]
Persio Melem Isaac, empresário e cronista aos domingos em O Imparcial. Contato: [email protected]
OLHOS LUZ
Aline Duarte Ferreira
Luiz Euribel Prestes Carneiro
Gustavo Mesquita Galvão Bueno
Emerson Sanchez