Escoteiros realizam atividades on-line

UEB propôs algumas ações, visando mantê-los ativos durante esse período de quarentena; grupo Guayporé está fazendo a lição de casa direitinho

VARIEDADES - OSLAINE SILVA

Data 04/04/2020
Horário 09:28
Cedida - Distantes, em um mundo on-line, Marcelo interage com o pioneiro João Pedro Maia Foto: Cedida - Distantes, em um mundo on-line, Marcelo interage com o pioneiro João Pedro Maia

Físico, social, caráter, intelectual, espiritual e afetivo. Estas são as áreas de desenvolvimento que o movimento dos escoteiros do mundo trabalha! E, em virtude da pandemia do novo coronavírus, a UEB (União dos Escoteiros do Brasil) propôs algumas atividades formativas on-line, com o objetivo de promover a integração e manter os escoteiros ativos durante esse período triste de quarentena. E os integrantes do grupo Guayporé de Presidente Prudente estão fazendo a lição de casa direitinho!

Conforme o diretor presidente do grupo, Marcelo Costilho Jorge, são duas alcateias com pequenos entre 6 anos e 6 meses a 10 anos e 6 meses; duas tropas escoteiras com jovens de 10 anos e 6 meses a 14 anos e 6 meses; uma tropa sênior (14 anos e 6 meses a 17 anos e 6 meses), um clã pioneiro com jovens de 17 anos e 6 meses a 21 anos, totalizando entre estes, os chefes escoteiros e voluntários, 300 pessoas sem as atividades que realizavam costumeiramente.

“DENTRO DESTE CENÁRIO QUE ESTAMOS VIVENDO HOJE, VAMOS TRABALHANDO ON-LINE PARA QUE ELES MANTENHAM ATIVAS ESSAS CONVICÇÕES, ESSES PRECEITOS”

Marcelo Costilho Jorge

Ele explica que, pautados principalmente no caráter, os escoteiros têm dentro do seu projeto educativo, atividades em sede, acampamento, excursões para que possam ir conquistando especialidades. Especialidades estas para que assumam suas responsabilidades e possam ser úteis à sociedade. “Então, dentro deste cenário que estamos vivendo hoje, vamos trabalhando on-line para que eles mantenham ativas essas convicções, esses preceitos”, salienta Marcelo.

Os escoteiros maiores foram incentivados a buscarem na internet, nos livros, a história do escotismo, o que fazer em momentos de dificuldades, textos e mensagens positivas em que pudessem encontrar mecanismos de autossuperação desse momento. Dos 14 para 17, os textos têm além desse fundamento um preparo a mais para uma autorreflexão do que fazer na faculdade que possa ajudar o contexto dessa sociedade que muda a todo o momento. Os de 17 a 21, que já estão saindo da universidade, refletem: qual o meu dever com tudo isso?

 

 

 

 

 

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