"Meu Filho, Meu Mundo"

DignaIdade

COLUNA - DignaIdade

Data 19/05/2026
Horário 08:25

Filme feito para a televisão estadunidense em 1979 para a rede NBC e o pioneiro de lidar com o tema do autismo de forma esclarecedora e inclusiva. Tudo isto há 47 anos. “Meu Filho, Meu Mundo” (Son-Rise: a Miracle of Love), dirigido por Glenn Jordan, o filme conta sobre o método Son:Rise para o tratamento de crianças com autismo, uma terapia criada por pais leigos, e utilizada até os dias de hoje. A história trata sobre a vida do pequeno Raun, o terceiro filho de um casal que já eram pais de duas meninas, e que foi um bebê feliz e saudável durante seu primeiro ano de vida. Com o passar dos meses, os pais começam a notar que a criança tem um olhar ausente e desinteressado. Ao receber o diagnóstico de autismo, o casal percebe que somente um milagre de amor poderia ajudá-los a progredir com o filho. Emocionante e impactante à época, o filme tem cenas clássicas com o menino entretido por horas em girar pratos e fazer movimentos repetitivos com as mãos, para desespero inicial dos pais. O elenco contava com James Farentino Kathryn Harrold e as crianças gêmeas Michael e Casey Adams, no papel do pequeno Raun. 
    
As frentes frias intensas e a mortalidade de idosos
As frentes frias exageradas aumentam consideravelmente a mortalidade de idosos. Em dias muito frios, a taxa de internação e hospitalização pode aumentar em até 30% em pessoas acima de 60 anos de idade. As alterações naturais de um organismo idoso promovem uma maior dificuldade de regulação da temperatura corporal aumentando a chance de complicações cardiovasculares e respiratórias. Dentre os mecanismos envolvidos para tais complicações, se destacam a vasoconstrição, pois ao tentar manter a temperatura interna, ocorre o fechamento dos vasos sanguíneos externos, aumentando a resistência periférica para a circulação do sangue, contribuindo para o aumento da pressão arterial e suas complicações emergenciais como infarto e acidente vascular cerebral. O frio reduz a sensação de sede, havendo desidratação, deixando o sangue mais viscoso: este “engrossamento” sanguíneo pode levar à formação de coágulos e obstruções. Por outro lado, há uma maior fragilidade respiratória, redução da imunidade e maior propensão a infecções graves. Muitas pessoas duvidam desses acontecimentos, exemplificando que Estados mais frios (como Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e países gelados (como Canadá, Suíça e Países Nórdicos) não apresentam taxas maiores de mortalidade de idosos. Na verdade, a mortalidade não é provocada pela presença do clima frio em si, mas, principalmente, com a forma de instalação (se abrupta ou gradual), e do jeito que nos preparamos para eles. Idosos de países desenvolvidos apresentam maiores e melhores condições de enfrentamento ao frio, com aquecimento dos ambientes internos e até mesmo ingestão mais acentuada de líquidos de forma quente como os chás e sopas. Também é importante manter o corpo aquecido com o uso de roupas adequadas quando há exposição às correntes de ar, com roupas em camadas, lembrando-se de meias, luvas, gorros e cachecóis. 

Dica da Semana

Televisão

Elenco maduro de “Quem Ama Cuida”: 
A nova novela global das 21h de autoria de Walcyr Carrasco traz de volta um conjunto de atores experientes que enriquecem seu elenco: Antônio Fagundes (Arthur Brandão), Tony Ramos (Otoniel de Moraes), Isabela Garcia (Elisa), Deborah Evelyn (Carmita Alencar), Rosi Campos (Diná), Tony Tornado (Dr. Osmar Vaz). A conferir. 
 
 


 

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