Com o início das aulas, no qual a maioria das instituições já voltou, seja natural que muitos pais procuram e até insistem na conduta de que seus filhos sigam um caminho por intermédio da educação. Estudar, sem nenhuma dúvida, que mobiliza, instiga e credencia aqueles que querem seguir o caminho dos estudos como fonte de que precisam ser alguém na vida. O que muitos pais nem perceberam, aqueles que terminaram o ensino médio, mesmo na força do ódio, devido dificuldades e até mesmo não querendo aceitar que o estudo seja um caminho promissor a sua formação quando escolhida, seja ela qual for.
Nesses caminhos, sejam eles tortuosos ou não, devido o que muitos de nossos adolescentes ainda pairam numa síndrome por onde correr e o que realmente fazer e, ter uma formação concluída. Sejamos bem sinceros e realistas, pois durante o período escolar, onde podemos ter algumas disciplinas como um sentido daquilo que possa de alguma maneira sensibilizar e estimular nossos adolescentes, dando um sentido do que ele poderia tentar ou escolher como uma escolha. Por esse caminho há necessidade de se entender o quanto que o físico junto ao mental, possibilita o estímulo dos sentidos da percepção, de que tanto, muitos adolescentes buscam por essa fonte, mas não sabem por onde.
Quando falamos assim, seja notória a nossa simples visão de que o processo escolar, principalmente durante as aulas de educação física, tem nos mostrado caminhos até muito complicados de resolver quando tratamos de nossas crianças e adolescentes. E que às vezes, mesmo numa feira de ciências, onde inúmeros caminhos são demonstrados como possiblidades de escolha de uma profissão, ainda perduram dúvidas.
Nesse sentido, quando o esporte é tratado, trabalhado dentro de qualquer que seja a instituição (e a escola sendo imprescindível nesse processo), ali se transmite valores que infinitamente poderão ser levados para o resto de nossas vidas. Dentre eles: como ser resilientes, saber perder, saber ganhar, saber viver em sociedade, a entender que você não é tão bom como acha que é. Pois às vezes tem pais que têm um orgulho muito grande e acredita que seu filho é muito bom. Mas que através de um simples treino, de qualquer modalidade, o filho batalha, luta, e quando perde, não se conforma de suas atitudes perdidas durante aqueles movimentos. E volta pra casa no desconforto de ter perdido algo, chorando e se lamentando que não deu certo.
Os pais, como mola propulsora de incentivo a seus filhos, precisam entender que mesmo num simples treino, quando se proporciona uma determinada modalidade esportiva, pode ter certeza de que o aprendizado abre portas para uma série de situações diárias de nosso dia a dia. Quando criamos ou buscamos de maneira salutar o verdadeiro sentido cultural de que o esporte pode nos proporcionar algo, seja viável um caminho gigante de possibilidades, simplificado a uma geração que ainda não sabe por onde percorrer. Se pensarmos bem, até que ponto os pais de hoje têm a petulância de exaurir de seus filhos o que lhes convém de seus valores. Não basta ser pai, tem de participar!