O setor de RH se esmera para definir as qualificações necessárias para vaga que está em aberto e faz a divulgação. Começa a receber os currículos e faz uma triagem, buscando qualificações técnicas e experiência. Após realizar verificação também nas redes sociais, convoca os candidatos para entrevista, para conhecer as habilidades comportamentais e socioemocionais. Você que está lendo pode estar na posição do empresário que contrata ou do candidato à vaga.
TREINAMENTO
Tendo escolhido o melhor entre os candidatos e cumprido as providências formais de contratação, o setor de RH encaminha o novo colaborador para o treinamento com alguém designado para essa tarefa ou alguém do mesmo setor que mostrará e acompanhará o novato nas primeiras semanas. Ainda que tal descrição resumida não seja fiel ao que acontece em todas as empresas, ocorre algo parecido.
O TRABALHO E A ROTINA
Nos primeiros meses ou anos a dedicação do colaborador é exemplar, busca atender às expectativas, cumprir plenamente as metas e evoluir profissionalmente. Então chega uma hora em que as “condições relegadas” começam a ser percebidas porque o cansaço se torna permanente, assim como o mau humor, falta de paciência, ansiedade, estresse etc.
CONDIÇÕES
As condições desgastantes na rotina, tais como tempo gasto no trânsito para ir e voltar do trabalho, as cobranças sobre prazos e cumprimento de metas, as várias horas sentado numa cadeira no escritório ou então fazendo movimentos repetitivos numa linha de produção. Pouco ou nenhum tempo para cuidados com a saúde, lazer ou atividades sociais durante a semana, e tentativa de compensar o cansaço da semana na folga semanal.
TEMPO LIVRE?
Seis a oito horas de sono, oito horas de trabalho e mais algumas horas de tempo livre para encerrar o dia. É a divisão não tão comum de ser concretizada na realidade do trabalhador. Algumas das horas do “tempo livre” são para o deslocamento até o trabalho e a volta. O que o trabalhador faz nas poucas horas de tempo livre que sobram? Muito provável que: tarefas de casa, tela do celular ou da tv, conversa com amigos ou com a família.
Práticas de atividades físicas ou de formas de lazer que envolvem movimento no tempo livre poucas vezes recebem prioridade
A SAÚDE
Para a maior proporção dos trabalhadores, “cuidar da saúde” é ir ao pronto socorro ou consulta médica quando se sente mal ou está doente. É a cultura da medicina reativa. O plano de saúde da empresa é literalmente um plano para tratar doenças. Práticas de atividades físicas ou de formas de lazer que envolvem movimento no tempo livre poucas vezes recebem prioridade.
GINÁSTICA E ALGO MAIS
Ginástica laboral tem sua importância nas empresas, porém, o setor de RH pode ir além, incluindo prática de exercício físico, nutrição e psicologia preventivas. Informações e incentivos contínuos podem contribuir para evitar ou mitigar os potenciais problemas de saúde que acontecem na empresa, sendo um investimento que trás benefícios corporativos, para os colaboradores e suas famílias.