O som da marchinha ecoou pelo ginásio e, por alguns instantes, o tempo pareceu voltar. O brilho das fantasias, o colorido dos confetes e os abraços entre amigos antigos trouxeram de volta uma tradição que marcou gerações. A Apea (Associação Prudentina de Esportes Atléticos) cumpriu a promessa feita aos associados e realizou uma noite de carnaval que foi, acima de tudo, um reencontro com a própria história.
A festa, animada pela cantora Lucinha Haidamus e sua banda, devolveu ao clube o espírito festivo que, durante décadas, fez da Apea um dos principais palcos do carnaval prudentino.
UM PEDIDO QUE VIROU PROMESSA
O desejo partiu dos próprios associados. Saudosistas que viveram as grandes noites carnavalescas do clube pediram à diretoria que a tradição não se perdesse completamente. Mesmo com um público menor do que nos tempos de ouro, o compromisso foi assumido. E cumprido.
Sob a liderança do presidente Teruo Myashiro, e com o empenho dos diretores sociais, Jadir Rafael da Silva e Vitória Spir, o clube organizou a noite com carinho, respeito e dedicação.
“Os tempos são outros, mas o clube fez sua parte”, resumiu o presidente.
O GINÁSIO VIROU SALÃO DE MEMÓRIAS
Foi no ginásio de esportes que o passado encontrou o presente. Ali, onde normalmente ecoam o som da bola e das arquibancadas, naquela noite o que se ouviu foram risos, músicas e conversas carregadas de lembranças.
Cada música cantada por Lucinha Haidamus parecia abrir uma porta para memórias guardadas: bailes lotados, fantasias criativas, romances que começaram ao som das marchinhas.
Mais do que uma festa, foi um resgate afetivo.
A FORÇA DE QUEM FAZ A FESTA ACONTECER
Por trás da alegria, houve dedicação silenciosa. Funcionários, organizadores e voluntários cuidaram de cada detalhe, da decoração à segurança, garantindo que os associados pudessem viver plenamente o momento.
Essa única noite de carnaval da Apea não começou quando a música tocou. Começou na expectativa, na organização, na dedicação, empenho de uma diretoria voluntária e o desejo e reviver uma tradição.
UMA TRADIÇÃO QUE RESISTE
Talvez o público não seja mais o mesmo. Talvez os tempos tenham mudado. Mas a essência permanece.
Ao promover a noite de carnaval, a Apea reafirmou seu papel como guardiã de memórias e ponto de encontro de gerações.
Porque, no fim, o verdadeiro carnaval não está apenas na música ou na fantasia.
Está nas histórias que resistem ao tempo.

PRESIDENTE TERUO MYASHIRO E OS DIRTORES SOCIAIS, VITÓRIA SPIR E JADIR RAFAEL FILHO

BAILE DE CARNAVAL FOI REALIZADO NO GINÁSIO DE ESPORTES DA APEA

LUCINHA HAIDAMUS E SUA BANDA, NO PALCO DA APEA

REGINA DATE E EVERSON DATE

PIZZA DO JOCA: VANESSA MONZANI, NATHALIA DALAQUER E VANESSA GANDORFO

PAULO SÉRGIO TEIXEIRA, WANDERCI AFONSO CANCIAN, TERUO MYASHIRO, JOSÉ MIRANDOLA, MARLENE MIRANDOLA E PIERRE ASANUMA

MILENE SANTINI E LUÍS SANTINI

JADIR RAFAEL FILHO, LUCINHA HAIDAMUS, VITÓRIA SPIR E LENI HAIDAMUS

HELIA ERRERIA, ANTONIO CARLOS, MAURIA TREVISAN E JAIME TREVISAN

EDIMARCIA SPOSITO, VALDIR SPOSITO, ELCIO MENEZES E FANI MENEZES

LUCINHA HAIDAMUS

DONIZETTE GOMES E DANIELY SOUZA

FOLIÕES DA APEA

ESTAÇÃO TORREMOS: MAYARA LKM, LIVIA ROCHA, CIDA TOMIAZI