Com pequenas doações, simples gestos podem fazer grande diferença

EDITORIAL -

Data 11/05/2022
Horário 04:15

Aos poucos, o frio vai dando as caras. Enquanto alguns se preocupam com o novo modelo ou a cor da bota que comprará este ano, muitos já pensam como farão pra se aquecer - sem ter dinheiro pra isso -, quando, de fato, o inverno chegar. 
Pensando justamente nessas pessoas, que viram a situação se agravar ainda mais com a pandemia da Covid-19, o Fundo Social de Solidariedade de Presidente Prudente promoveu na manhã de ontem, na sala de cinema do Centro Cultural Matarazzo, o lançamento da Campanha do Agasalho 2022.
Com a meta de superar as doações recebidas na edição de 2021 – 35 mil no total, entre calçados, cobertores e roupas –, a ação tem como tema neste ano “Aquecer é acolher”, e contará com dois mutirões de arrecadação no formato drive-thru, que serão realizados no dia 21 de maio e outro em junho, ambos no período das 9h às 13h, na Praça do Centenário, no Parque do Povo.
Mas até lá, todos podem iniciar a contribuição, com a entrega das peças em um dos locais participantes, como Tiro de Guerra, Câmara e Prefeitura, Corpo de Bombeiros, Apea (Associação Prudentina de Esportes Atléticos), Tênis Clube, Fundação Inova Prudente, e o próprio Fundo Social da Solidariedade. Caixas e cartazes serão espalhados em diferentes locais, espaços que serão parceiros da campanha.
Aos poucos, as iniciativas vão aparecendo. O essencial, além de contribuir, é motivar os amigos, parentes e vizinhos para a importância de colaborar. A maioria das pessoas insiste em guardar peças que já não usa. Muitas vezes nem sabe que tem. Então por que não tirá-las do armário e ajudar quem realmente precisa? Para facilitar e agilizar o trabalho, é interessante que a população já vá separando os artigos em desuso. Cobertores, roupas, calçados, enfim, tudo que pode aquecer e esteja em bom estado de conservação, será bem vindo na campanha. 
Vamos ajudar o próximo. Seja através de vestimentas ou ainda de outras doações, já que no inverno, outros problemas – como a redução no estoque de bolsas de sangue nos hospitais – também tendem a aparecer. O importante é estar ciente da magnitude destes pequenos gestos, usar a solidariedade para aquecer quem precisa, e fazer com que estas ações se tornem rotineiras.

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