Em Pirapozinho, rapaz é identificado pela Polícia Civil como assassino do próprio avô

Jovem confessou ter golpeado idoso, de 73 anos, com facada na região do pescoço, após desentendimento ocorrido momentos antes do crime

REGIÃO - DA REDAÇÃO

Data 25/05/2026
Horário 09:41
Foto: Deinter-8
Autor confessou homicídio e indicou local onde havia dispensado a faca utilizada no crime
Autor confessou homicídio e indicou local onde havia dispensado a faca utilizada no crime

Em Pirapozinho, o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil prendeu, no sábado, um rapaz, de 26 anos, acusado de assassinar o próprio avô, 73 anos, com uma facada na região do pescoço. Em diligências, familiares da vítima relataram que o investigado havia confessado ter golpeado o parente após um desentendimento ocorrido momentos antes do crime. 

“A Polícia Civil localizou o suspeito no pronto-socorro municipal, onde foi realizada sua prisão em flagrante. Questionado, o autor confessou o homicídio e indicou o local onde havia dispensado a faca utilizada no crime. Após diligências, a arma foi localizada em um terreno próximo à residência [do idoso], sendo apreendida pela perícia técnica”, explica o órgão.

Os policiais civis foram mobilizados após informações repassadas pela Polícia Militar, que encontrou o idoso gravemente ferido no quintal de sua residência, no bairro Santa Rosa, apresentando lesão na região do pescoço. A vítima chegou a ser socorrida ao pronto-socorro municipal, no entanto, não sobreviveu.

“A equipe da Polícia Civil iniciou diligências em campo, realizando entrevistas, levantamentos e coleta de informações junto a testemunhas e familiares, reconstruindo toda a dinâmica dos acontecimentos. Durante as diligências, testemunhas relataram que o neto da vítima apresentava comportamento incompatível com a situação narrada inicialmente, levantando suspeitas sobre sua participação no crime”, descreveu o órgão.

“A rápida resposta da Polícia Civil de Pirapozinho foi fundamental para a completa elucidação do caso, garantindo a responsabilização do autor e a preservação das provas necessárias para a investigação criminal”, considerou o órgão investigativo.
 

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