Para que a nossa educação física seja credenciada desde seus primórdios, na busca de ter protagonistas como um suporte de encaminhamento do nosso esporte, precisamos urgentemente fazer a exclusão de atividade extracurricular, para que se torne um pilar efetivo junto a nossa educação. Nesse conceito, que consideramos ser um processo de sua capacidade como força de estímulo ao esporte, seja viável que nossos futuros atletas já tenham sua intenção como já direcionada a sua trajetória, mesmo que não tenhamos os verdadeiros indicadores das referidas modalidades, mas essa formação precisa ser unificada como elo de força e validação dentro do sistema.
Entendemos que esse processo não seja fácil, mas para os profissionais intencionistas, formadores de opiniões, e até catedráticos, poderão se unir para que essa válvula de escape, de sua possível credencial como já unificada num pilar da educação, edifique um vínculo promissor junto a benefícios que prospere a grupos de interesses nessa empreitada pelo nosso esporte. E esse modelo, que comprova toda sua capacidade de formação por excelência de resultados, pois o próprio Estados Unidos já trabalha isso há muito tempo. Infelizmente, nem engatinhando nós estamos.
Nessa grande quebra de protocolo, o que desde então, muitos venham numa busca constante de alternativas que tenham um certo estímulo, mas não sabendo por onde. O momento nunca foi e será achar quem poderia fazer um diferencial ou se comprometer com determinadas ações que não deram certo no passado, mas ter alternâncias que possibilitem estímulos a uma geração totalmente adormecida pelo esporte.
Tempos atrás, a cidade de Presidente Prudente tinha uma abordagem prática de modalidades que servia como referência em nosso Estado. E isso, o que nos mostra até a presente data se perdeu. O que até o momento não acharam os responsáveis pela perda dessa referência. O que nos prova que, se um dia alguém como gestor de alguma pasta esportiva, foi atleta de representação de uma cidade, não significa ser um atuante gestor de sua identificação como representante. Isso é falho, e não vem tendo resultados.
Todo projeto de lei (quando a classe política tem interesse) geralmente vem de ideias e possibilidades fortalecidas para que continue no caminho, e que essa nomenclatura como referência vinda de alguma base piloto possa se estender a outras unidades. Pois podemos ter como modelo uma instituição escolar municipal, e que comece sua trajetória desse pilar, e que possam se estender às demais instituições, etc.
E, como tudo isso é engraçado né, pois o governo federal criou a UFEsporte (Universidade Federal do Esporte) por meio da Lei 15.457/2026. A instituição pública terá sede em Brasília (DF) e se dedicará exclusivamente ao ensino, pesquisa e inovação na área esportiva (e penso que será uma ótima observância às secretarias de Esportes de todo nosso Brasil). Mas sempre nos cabe uma pequena ressalva: no esporte não temos base, pois sempre começamos algo pelo telhado, sem ao menos nos precaver do seu início.
Desde quando Presidente Prudente vem buscando referência em áreas que identifique uma cidade promissora de suas análises positivas e que possa atrair novos investidores que acreditam nisso? Desde quando nossa cidade, por ser uma das maiores do oeste paulista, vem insistindo em índices como IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), que prove essa capacidade de valores existenciais? Por enquanto, podemos até não ter representes de alta performance no esporte, o que não é de responsabilidade do município, mas já algum tempo se perdeu a credibilidade de uma gestão estagnada, e que visivelmente está na enfermaria (já que dissimulam gestões anteriores na UTI) tentando sobreviver o que um dia poderia ser real aos olhos de uma comunidade carente de suas buscas que tenham representação.