É notório que nosso país acredite e deposite algo maior a seu povo, como forma de querer que grande parte das coisas se evidencie com propósitos de crescimento e desenvolvimento. Toda essa busca crescente seja natural que o início de um processo seja desencadeado através da educação. Sem nenhuma modéstia que seria o ideal, que nos ambientes escolares, universitários, entre outros órgãos de formação, grande parte de nossa juventude se credencie, conheça e possa de alguma maneira estabelecer opiniões, discussões e até ações em prol de que temos uma nação juvenil a caminho de um aprendizado querendo que o país se prontifique. De que um povo demonstrando interesse por seus momentos internos, sua cultura, manifestações, mudanças e outros estarão presentes no dia do que precisa ser feito.
Seja natural que nesse exato momento, se possível, grande parte de nossos gestores, professores, educadores, orientadores, entre outros, se posicione de maneira simplificada e que possa de alguma maneira se preparar para a grande explanada que necessariamente essa nossa juventude urgentemente precisa. Digo urgentemente no sentido de preparação, orientação, encaminhamento a todos eles no que se refere à grande parte do que vem acontecendo em nosso país.
Todos os dias o mundo nos abraça e não temos ideia do dia de amanhã. Já o professor e filósofo, Mário Sérgio Cortella, nos emite um grande recado a essa juventude: incentiva os jovens a entenderem a política não como politicagem, mas como a arte de organizar a vida comum e o bem coletivo. Ele defende o engajamento ativo, ressaltando que a omissão é uma escolha que beneficia os mais poderosos e que a política é uma decisão diária, presente em pequenas atitudes.
O momento atual está nos convidando a termos um maior discernimento dos fatos, do que vem ocorrendo e que ninguém está fora do contexto. Assim, caberia aos grandes mentores, formadores de opiniões, especialistas, entre tantos outros, criarem um laboratório de imersões em ambientes em formação ao momento atual, que se posicionam na simples tentativa dos alertas como forma de orientação.
E aí, como foi seu dia de ontem? O que sua família espera de você? Como tem visto as plataformas, TV, jornais, streamings, sobre o que de fato tem lhe proporcionado como ferramenta complementar ao seu crescimento? O que tem visto que considera como um fato de grande indignação no mundo? Como sugerir que em 2026 teremos novos membros visionários da nossa nova política? Você tem fé? Acredita na humanidade atual? Como que seus pais têm lhe proporcionado um suporte de caminhar por novas descobertas? Sabe fritar um ovo? O que lhe tem deixado indignado por não entender o que hoje o mundo nos repassa? O que vem pensando como suporte de suas ideias a mundo um pouco melhor?
O contexto das dimensões pode ser enorme, mas cada um precisa se opor como membro de uma sociedade que ainda acredita que pode! Infelizmente, e por enquanto, não sei se seria um caminho, por ainda lidarmos com muitos pais cretinos, bolhas de suas infinitudes de proteção aos seus filhos, e por não permitirem ousar sem que suas opiniões, e até decisões, sejam seguidas. Ufa!