Qual o sentido de valor das instituições, hoje?

OPINIÃO - Marcos Alves Borba

Data 10/03/2026
Horário 04:30

Toda nação quando cria seus órgãos, instituições e setores como forma de ter representatividade de um povo, que possa ter suas atribuições sérias no sentido de credenciar o que permeia e poderá ser representado por suas leis, costumes, valores, etc., evidencia claramente as regras do que verdadeiramente todos precisam seguir.  Pelo menos é o que fomos orientados e aprendemos durante um longo período escolar de nossos bons tempos. Se gradativamente durante esse percurso novos conceitos foram inseridos e mudados, precisamos urgentemente rever por onde pesquisar.  
Estamos a cada dia nos permitindo e até acreditando que, esses órgãos, instituições, vêm perdendo força, postura, credibilidade em situações agregadas de suas diretrizes criadas por supostas perenidades já pré-existentes bem antes de surgirem. Estamos diante de um cenário nacional muito promissor, que ainda não sabemos onde poderemos e iremos chegar, com uma simples finalidade de querer colocar ordem em todos esses ambientes.  
Nisso, fica a suposta imagem de quem as criou que são eternos de suas criações. Estamos diante de uma das maiores preocupações, e que precisamos urgentemente nos atentar, se quisermos que nossas possibilidades conjuntas das ideias possam de certa forma ter forças de quando surgiram. Ficamos sempre às expectativas que seus fundadores, criadores (se tivessem vivos ainda) precisam edificar seus ideais, como mártires de seus feitos.
Quando falamos das instituições, fica claro que ninguém está acima de suas formações, por mais que foram criadas por gente. Ali, evidente de sua permanência, os outros que vierem (e os que estão presentes ainda) precisam ser dignos de seus critérios, seguindo e dando a continuidade e com firmeza o porquê que foram criadas, fundadas... sendo dessas instituições como as casas de leis, educacionais, trabalhadoras, e outras como forma de ser verdadeiramente respeitadas por suas formações perante uma sociedade até muito carente de suas ações. O dilema, hoje, como todos estamos vivenciando, é notório o descaso de que está à frente, e que poderia demonstrar sua seriedade de linhas de conduta por suas premissas. 
Estamos diante de egos inflamados por condutas irreparáveis de escândalos, que nos envergonhamos de quem poderiam ser os próximos substitutos como podendo ser os salvadores da pátria.  Criam-se efeitos imediatos, no que seriam normas de acordo com seus estatutos internos (inventados por eles mesmos), o que nos move, deixando entender que faz parte das regras já pré-estabelecidas por seus responsáveis como representantes legais. Será?
Penso que, o poder que muitos se compilam de suas palavras, quando estão na plenitude de suas funções nessas instituições, é acreditar que são eternos. Mas, o mesmo poder que eles se dissipam de suas palavras como um sentido enriquecido por um tempo, é não imaginar que outras palavras podem submetê-los a enfraquecer suas atitudes, quando meramente impensadas. 
E aí, como podem ficar seus futuros destinos... Mas atenção, precisamos urgentemente repensar nossos conceitos, se ainda acreditamos num país que prevalece de seus costumes, culturas e de uma nova geração totalmente inovadora, que possa a vir se sobressair de uma grande saia justa. Esperemos as cenas dos próximos capítulos... 

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