A SES (Secretaria Estadual da Saúde) orienta a população a manter a vacinação contra o sarampo em dia. A imunização é a principal forma de prevenção da doença e contribui para a proteção individual e coletiva. Em 2026, o Estado registrou sete casos da doença.
Crianças, adolescentes e adultos que não tenham recebido as doses recomendadas devem procurar uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal.
Conforme o Ministério da Saúde, o sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. Apesar dos avanços significativos no controle e prevenção por meio da vacinação, a doença ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.
A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O sarampo é tão contagioso que uma pessoa infectada pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes.
Os principais sinais e sintomas do sarampo são manchas vermelhas (exantema) no corpo e febre alta (acima de 38,5°) acompanhada de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite) e mal-estar intenso. Em torno de três a cinco dias, é comum aparecer manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas que, em seguida, se espalham pelo restante do corpo. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de alerta e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de cinco anos de idade.
Vacinação de rotina
Crianças
A primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, deve ser aplicada aos 12 meses de idade. A segunda dose deve ser aplicada aos 15 meses, preferencialmente com a vacina tetraviral, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela.
Pessoas de 5 a 29 anos
Devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Quem comprovar as duas doses é considerado vacinado.
Pessoas de 30 a 59 anos
Devem comprovar uma dose da vacina tríplice viral. Quem comprovar a dose é considerado vacinado.
Trabalhadores da saúde
Devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, independentemente da idade, conforme a situação vacinal. São considerados vacinados os trabalhadores que comprovarem as duas doses.