Dia das Mães exigirá formas reinventadas de demonstrar afeto

EDITORIAL -

Data 06/05/2020
Horário 04:32

Todos os anos, o Dia das Mães é uma data que mobiliza as pessoas de diferentes formas. Há aquelas que saem de suas casas e dão uma passadinha no comércio para comprar o presente da mamãe querida; outras que vão até a casa delas para um almoço juntos e uma troca de abraços; e há também quem visite os cemitérios municipais para celebrar a memória daquelas mães que já se foram, mas deixaram muitas saudades.

Este ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, tudo será diferente. O comércio está fechado. A aglomeração de pessoas não é recomendada. E os cemitérios não receberão visitantes justamente para evitar o contágio da Covid-19. Isso não significa, no entanto, que o Dia das Mães deve passar despercebido.

Em virtude do momento, é perfeitamente compreensível que as pessoas não presenteiem suas mães nessa data. Mas se o dia demanda um agrado especial para aquelas que nos colocaram no mundo, nos educaram e nos ensinaram lições valiosas, uma boa alternativa é apostar nos produtos comprados pela internet. Desde que confiáveis, os sites de e-commerce propiciam uma grande variedade de presentes, oportunizando praticidade e conforto para o cliente, que pode fazer o pagamento on-line e receber a mercadoria em sua casa.

Já em relação às visitas, a troca de beijos e abraços no momento deve ser dispensada e os cuidados com a higienização, garantidos. Isso porque não podemos nos esquecer que muitas mães já são idosas, estão enquadradas em grupos de riscos e precisam ter a sua saúde preservada. Para aqueles filhos que moram longe ou preferem não se deslocar a fim de não expor seus entes queridos a riscos, uma boa pedida pode ser os encontros virtuais. As vídeochamadas não equivalem a um abraço apertado, mas certamente já trazem algum conforto e demonstram carinho.

E para quem tinha o hábito de visitar o cemitério anualmente para prestar suas homenagens, desta vez pode tirar o dia para pensar com carinho na mãe que se foi, cultivar as lembranças e, num momento oportuno, quando a situação voltar à normalidade, reservar uma hora especial para fazer a visita por ora adiada.

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