Grupos de escoteiros se unem em uma só missão: transformar vidas

Movimento visa contribuir para que os jovens assumam seu próprio desenvolvimento, ajudando-os a realizar suas potencialidades como cidadãos responsáveis

VARIEDADES - WEVERSON NASCIMENTO

Data 25/04/2020
Horário 07:04
Cedida/ Vilma Castro - Crianças se divertem durante as atividades desenvolvidas pelo Grupo Monte Carmelo Foto: Cedida/ Vilma Castro - Crianças se divertem durante as atividades desenvolvidas pelo Grupo Monte Carmelo

Dever para com Deus, para consigo mesmo e para com a pátria são os três pilares universais do movimento criado em 1907 por Baden Powell, com o objetivo de tornar cidadãos exemplares. E para celebrar o Dia Mundial do Escoteiro, comemorado na quinta-feira, este diário contará um pouco do trabalho que é desenvolvido pelos grupos de escoteiros Guayporé e Monte Carmelo, para crianças e jovens com um só objetivo, transformar vidas.

O escotismo, no entanto, é uma ação centenária que proporciona uma cultura de respeito. Seu propósito é contribuir para que os jovens assumam seu próprio desenvolvimento, especialmente do caráter, ajudando-os a realizar suas plenas potencialidades físicas, intelectuais, sociais, afetivas e espirituais, como cidadãos responsáveis, participantes e úteis em suas comunidades, conforme definido pelo seu Projeto Educativo. Estes preceitos são reforçados pelo diretor-presidente do Grupo Guayporé, Marcelo Costilho Jorge, a qual destaca que o movimento traz conceitos de ordem e disciplina como respeito aos mais velhos, as autoridades, ao meio ambiente, entre outros fundamentados no contexto social e cultural. “O nosso objetivo hoje é formar cidadãos úteis à sociedade, pautado em valores, mas, principalmente, em caráter”.

Com o mesmo segmento de transformação, a diretora do Grupo de Escoteiros Monte Carmelo, Vilma Castro, explica que em primeiro plano, quanto à formação dos jovens, o movimento deixa como legado seres humanos melhores para a sociedade, principal objetivo do escotismo. “Em segundo plano, durante essa formação, os jovens realizam serviços comunitários e atividades sociais que impactam a comunidade onde vivem. Isto também em relação à cultura, uma vez que os jovens aprendem a valorizar e respeitar a diversidade cultural, em suas mais amplas características”. 

“O NOSSO OBJETIVO HOJE É FORMAR CIDADÃOS ÚTEIS À SOCIEDADE, PAUTADO EM VALORES, MAS, PRINCIPALMENTE, EM CARÁTER”

Marcelo Costilho Jorge

E, para atingir este objetivo, todo o trabalho é construído e baseado em motivação e transformação. Assim, dos 6,5 anos aos 10,5 são considerados como lobinhos, dos 10,5 aos 14,5 chamados de escoteiros, 14,5 a 17,5 conhecidos como sênior e dos 17,5 aos 21 os pioneiros. “Cada etapa tem uma faixa de motivação cumprindo o projeto educativo da UEB (União dos Escoteiros do Brasil), para que aquela criança ou jovem se desenvolva e possa descobrir as suas potencialidades”, explica Costilho.

TRANSFORMANDO

PESSOAS E O MUNDO

O bem maior para os diretores, sem dúvidas, é a contribuição que deixam para crianças e jovens perante à sociedade. “É saber que estamos ajudando o mundo, formando pessoas conscientes de seus direitos, mas, principalmente, dos seus deveres. Se cada um fizer um pouco, podemos não só nós, mas também nossos filhos e netos terão um local melhor para viver”, explica Vilma. Já Costilho explica que seu maior ganho é olhar para o lado e ver a sensação de dever cumprido. Neste dia, inclusive, pede que as famílias se abracem e que se mantenham unidas.

Foto: Cedida/ Marcelo Costilho

Movimento traz conceitos de ordem e disciplina; na foto, jovens do Grupo Guayporé em ação

 

 

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