“Somos parceiros do agricultor; temos como objetivo fazer com que ele cresça” 

Cristiano Machado

Jorge Bezerra Guedes, presidente da cooperativa Sicredi Rio Paraná PR/SP, destaca os diferenciais do cooperativismo de crédito à coluna Oeste Agropecuário, de O Imparcial, e ao “Agro & Negócios”, da Rádio 101 FM de Presidente Prudente

COLUNA - Cristiano Machado

Data 27/08/2021
Horário 07:00
Foto: Sicredi/Divulgação  
Jorge Guedes: “Quando se faz negócio com Sicredi faz a sua comunidade se desenvolver”
Jorge Guedes: “Quando se faz negócio com Sicredi faz a sua comunidade se desenvolver”

São muitos os diferenciais da cooperativa de crédito Sicredi no relacionamento com o associado. No caso do campo, com os produtores e produtoras rurais, bem como os demais cooperados, há participação nos resultados, tarifas mais justas, um vasto portfólio de produtos, entre outros. “Somos parceiros do agricultor. Temos como objetivo fazer com que ele cresça”, afirma Jorge Bezerra Guedes, presidente da cooperativa de crédito Sicredi Rio Paraná PR/SP, em entrevista ao “Agro & Negócios”, na Rádio 101 FM de Presidente Prudente, no último domingo, dia 15.
Na entrevista, o presidente abordou como o Sicredi auxilia os produtores com a disponibilização de crédito rural. “Sicredi é capaz de suprir a sua necessidade. Quando se faz negócio com Sicredi faz a sua comunidade se desenvolver”, complementou Guedes, ao ressaltar que os recursos são aplicados naquela localidade. O atendimento é outro diferencial para o associado.
A disponibilização do crédito na “hora certa” para o produtor é outro aspecto abordado pelo executivo da cooperativa. “A dificuldade é o momento da liberação. Ela vem fora do tempo. A Sicredi procura disponibilizar na hora certa”, destacou. Outro ponto citado pelo presidente na entrevista é a transparência. “Transparência e compromisso com os produtores. Não tem nada embutido. É tudo feito às claras”.
Clique www.norteagropecuario.com.br e confira a entrevista na íntegra.

Baixo volume 

O baixo volume de animais prontos para abate no mercado brasileiro segue sendo confirmado por dados oficiais. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de janeiro a junho deste ano, foram abatidos no Brasil 13,61 milhões de animais, 7,28% a menos que no mesmo período de 2020 e expressivos 14,21% abaixo do de 2019. Trata-se, também, do menor volume desde o primeiro semestre de 2009, quando o total abatido foi de 13,38 milhões de animais. Pesquisadores do Cepea ressaltam que o menor volume de gado ao longo do primeiro semestre manteve em alta os preços da arroba em praticamente todas as regiões produtoras do país. (Fonte: Cepea)

AgriculturaSP/Divulgação

Vazio sanitário da soja 

O vazio sanitário da soja é uma estratégia de manejo que tem a finalidade de reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) durante a entressafra e assim atrasar a ocorrência da doença na safra. O fungo Phakopsora pachyrhizi foi detectado no Brasil no final da safra 2000/2001 e após duas safras já estava presente na maioria das regiões produtoras de soja do país. Como estratégia fitossanitária, foi adotado o vazio sanitário, que consiste em um período definido e contínuo em que não se pode semear ou manter plantas vivas de soja em uma determinada área.  No Estado de São Paulo, desde 2012 o vazio sanitário é realizado do dia 15 de junho ao dia 15 de setembro de cada ano. Cabe ao produtor manter o vazio sanitário e eliminar as plantas voluntárias de soja nas culturas subsequentes. As maiores áreas de produção de soja no Estado estão concentradas nas regiões Oeste e Sudoeste.

AgriculturaSP/Divulgação 

Moagem de cana 

A quantidade de cana-de-açúcar processada pelas unidades produtoras do Centro-Sul alcançou 44,62 milhões de toneladas na primeira metade de agosto, com retração de 4,20% sobre o valor apurado na mesma quinzena da safra 2020/2021 – 46,58 milhões de toneladas. O Estado de São Paulo registrou uma moagem de 26,04 milhões de toneladas (-5,05%) e nos demais Estados da região a quantidade processada alcançou 18,58 milhões de toneladas (-2,99%). Desde o início do ciclo 2021/2022 até a primeira metade de agosto, a moagem acumula queda de 6,70%. Nesse período, a quantidade de cana-de-açúcar processada pelas usinas atingiu 349,46 milhões de toneladas, ante 374,57 milhões de toneladas mesmo período do último ciclo agrícola.

Unica/Divulgação 


Recorde da safra de grãos 

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou ontem as Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos, publicação que traz as principais variáveis de mercado e as tendências para as culturas de soja, arroz, feijão, algodão e milho. Os dados apontam para uma produção total de 289,6 milhões de toneladas de grãos para a safra 2021/22. A publicação aponta, de forma geral, para a manutenção de preços em patamares remuneradores para as principais culturas, além de um novo recorde na produção de soja (141,3 milhões de toneladas) – mantendo o Brasil como o maior produtor e exportador da oleaginosa no mundo – e também recorde na produção de milho (115,9 milhões de toneladas).


“O cooperativismo de crédito representa de 4% a 5% do PIB bancário do Brasil. Temos potencial de crescimento muito grande, embora estejamos crescendo bastante nos últimos anos, em comparação com outros países. Temos muito a crescer e estamos trabalhando de maneira estratégica para isso”.
Vanderlei Gonçalves de Oliveira, diretor executivo da Sicredi Rio Paraná PR/SP, em entrevista ao programa “Agro & Negócios”, no próximo domingo, às 7h, na Rádio 101 FM de Presidente Prudente. Acompanhe no www.norteagropecuario.com.br.
 
 

 

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