A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) divulgou nota técnica para esclarecer o uso de chapéu e do capacete nas atividades rurais no campo previsto na Norma Regulamentadora (NR-31).
A entidade destaca que a norma, em vigor desde 2005, determina que o empregador implemente o PGRTR (Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural) na propriedade, instrumento que exige a identificação dos riscos ocupacionais e a adoção de medidas preventivas proporcionais a cada atividade.
Segundo a CNA, no PGRTR devem constar todos os riscos ocupacionais, como químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, além das medidas de prevenção a serem adotadas para cada risco. Dessa forma, a definição do EPI Equipamento de Proteção Individual) adequado deve ser feita caso a caso, com base em análise técnica.
Na nota, a CNA pontua que o chapéu é reconhecido na NR-31 como uma forma de proteção contra intempéries climáticas e faz parte dos dispositivos de proteção pessoal listados na norma. Em relação ao capacete, o item é usado como segurança para proteger o trabalhador contra impactos e traumas durante o exercício da atividade.
Chapéu é reconhecido na NR-31
Na publicação, a confederação ressalta que a norma passou por atualização em 2020 e que a revisão não incluiu qualquer obrigação inédita de uso de capacete nem proibição de chapéu, ou seja, essas exigências sempre existiram.
“As alterações tiveram como objetivos principais simplificar e desburocratizar a norma, deixando mais claras as regras existentes, sem comprometer a segurança do trabalho”, afirma a nota.
A confederação conclui ressaltando a importância de o produtor rural continuar cumprindo a NR-31, ao realizar a gestão de riscos, fornecer EPIs adequados às atividades e promover a segurança do trabalhador.
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Preço do leite

A desvalorização real acumulada em 2025 no preço do leite ao produtor foi de 25,8%. A média anual, de R$ 2,5617/litro, ficou 6,8% abaixo da de 2024. A queda no preço do leite no campo vem estreitando as margens do produtor, mesmo com a relativa estabilidade dos custos em 2025. Os dados são do Cepea.
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Melhoramento genético

“A eficiência da inseminação artificial varia mais do que muitos pecuaristas imaginam. Mesmo com protocolos adequados e manejo bem conduzido, os resultados podem oscilar entre rebanhos e até mesmo entre lotes de fêmeas. Um dos principais fatores por trás dessa diferença está na fertilidade do sêmen utilizado, característica que vem ganhando espaço nas decisões de compra e se mostrando decisiva para o sucesso dos protocolos de reprodução”.
Ériklis Nogueira, Doutor em Ciências Veterinárias e pesquisador em Reprodução Animal da Embrapa Gado de Corte, no artigo "O papel da fertilidade na Inseminação Artificial".
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