O governo do Estado de São Paulo, por meio da SEDS (Secretaria de Desenvolvimento Social), concedeu em 2025 o auxílio-aluguel a 193 mulheres vítimas de violência doméstica na região administrativa de Presidente Prudente, com investimento de R$ 445,5 mil.
O avanço é resultado da maior integração entre prefeituras, Creas (Centro de Referência Especializada da Assistência Social), Cras (Centro de Referência de Assistência Social) e serviços de enfrentamento à violência contra a mulher. Desde janeiro de 2025, o Estado repassou R$ 11,9 milhões a 4,6 mil beneficiárias para garantir moradia segura e recursos a mulheres que precisam deixar suas casas em razão de risco imediato.
A secretária de Desenvolvimento Social, Andrezza Rosalém, destaca que o auxílio representa uma resposta rápida e decisiva para quem enfrenta situações extremas. “O auxílio-aluguel salva vidas. Ele garante que uma mulher possa sair de casa no momento em que mais precisa, com segurança e apoio, e o nosso compromisso é assegurar que nenhuma mulher permaneça em risco por falta de proteção ou rede de acolhimento”, afirma.
A distribuição regional acompanha a expansão dos fluxos municipais e o fortalecimento das equipes técnicas responsáveis pelas análises sociais. De acordo Marcelo Salera Ricci, que está à frente da DDS (Diretoria de Desenvolvimento Social), a qualificação dos processos tem sido fundamental para reduzir o tempo entre o atendimento e a liberação do benefício.
“Os municípios têm compreendido o papel do auxílio-aluguel nesse processo de recomeço das mulheres que foram vítimas de violência, o que fez com que a grande maioria aderisse ao benefício ainda em 2025, quando passou a ser disponibilizado. Nosso desafio agora é ampliar o alcance em cada município que fez a adesão e chegar a cidades que ainda não aderiram”, explica o diretor da DDS.
Para os próximos meses, a SEDS trabalha na ampliação da pactuação com os municípios e na capacitação contínua das equipes nos municípios.
“Estamos avançando para que todas as cidades estejam preparadas para ofertar o auxílio com rapidez e sensibilidade social. Nosso objetivo é que todas as mulheres em situação de violência doméstica possam contar com esse auxílio no Estado”, pontua Andrezza Rosalém.