Bebê com suspeita de leishmaniose segue estável

PRUDENTE - JEAN RAMALHO

Data 24/01/2017
Horário 13:48
 

Segue internada no HR (Hospital Regional) Doutor Domingos Leonardo Cerávolo, em Presidente Prudente, a menina de seis meses com suspeita de ter contraído leishmaniose visceral. A criança é natural de Presidente Epitácio e deu entrada no pronto-socorro pediátrico da unidade de saúde na noite de sábado. Apesar de não ter previsão de alta hospitalar, seu quadro é considerado "estável e fora de risco", segundo informações da Assessoria de Imprensa do local.

De acordo com a unidade, a criança recebe tratamento devido à real suspeita da doença. Isso porque, ainda conforme o órgão, "já há resultados que apontam , mas o órgão responsável por confirmar os resultados sobre a real confirmação é a Vigilância Epidemiológica do município de origem".

Por sua vez, a Vigilância Epidemiológica de Presidente Epitácio, por meio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura, informou que até a tarde de ontem ainda não havia sido notificada oficialmente dos resultados dos exames, portanto, estava tratando o caso como suspeito. Ainda assim, algumas medidas já seriam tomadas a partir da manhã de hoje para eliminar os possíveis criadouros do mosquito-palha, vetor da leishmaniose visceral.

Conforme o órgão, equipes das vigilâncias Epidemiológica e Sanitária, além de funcionários da Secretaria de Obras e da Covepe (Controle de Vetores de Presidente Epitácio) percorrerão as ruas do bairro Santa Rosa, onde mora a criança, a fim de conscientizar a população e promover o recolhimento de eventuais criadouros do vetor. Terminado o procedimento no local, a ideia da Prefeitura é expandir o mesmo mutirão a todas as vias do município, garante o órgão.

 

Mutirão

O que ainda não deve ser feito na cidade, como preconiza o Ministério da Saúde, é o bloqueio da região e a coleta do sangue de todos os animais da área. Tudo porque, de acordo com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, o município ainda depende da confirmação do caso para dar seguimento a tais procedimentos. "Não vai ter a coleta de sangue nesta primeira etapa, apenas a ação de conscientização e recolhimento de materiais que configuram em possíveis focos do mosquito vetor", confirma.
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