Covid 19 – A doença dos enganos

Belmiro d’Arce

COLUNA - Belmiro d’Arce

Data 08/11/2020
Horário 05:55

O ENGANO DO NÚMERO DE CASOS. Há um superdimensionamento no número de casos diagnosticados como Covid-19. Uma rápida análise comparativa dos dados oficiais dos cartórios de registros de óbitos, dos anos de 2019 e 2020, comprova o engano. Eu mesmo conheço uma dúzia de casos diagnosticados através de exames falso positivos.

 

O ENGANO DA GRAVIDADE. 90% das pessoas contaminadas pelo coronavírus não adoecem ou adoecem muito levemente. Maior número de pessoas morre por outras causas, todos os anos, sem provocar nenhum alarme e sem que providências especiais sejam tomadas.

 

O ENGANO DO NÚMERO DE MORTOS. O professor John Ioannidis, um dos 10 epidemiologistas mais citados no mundo, mostra uma mortalidade global de 0,3%; em menores de 70 anos é de 0,05%; muito menor do que a previsão inicial, alarmista, de 4%. Dr. Paulo Porto cita uma revisão de 2 mil mortes registradas como Covid-19, onde somente 6% foram confirmadas. Todos conhecemos casos de familiares que não puderam velar seus mortos porque a Covid-19 foi falsamente colocada no atestado de óbito.

 

O ENGANO DO ISOLAMENTO. É muito maior o percentual de mortos entre as pessoas que se mantém em isolamento. Isolamento não salva, mata mais. Um famoso estudo da cidade de Nova York mostrou que dos mortos, 84% estavam em isolamento: 66% em asilos de idosos e 18 em suas casas. Os prejuízos físicos e emocionais provocados pelo isolamento, e suas consequências para a imunidade, explicam o problema. Quanto mais a medida é mantida mais os casos graves e mortes acontecem.  

 

O ENGANO DO LOCKDOWN. O fechamento total de cidades e países, antes nunca realizado e indicado, resultou na perversa destruição da economia, de empresas, empregos, aumento grave de pobreza, miséria, fome e mortes, tudo muito pior do que os malefícios da pandemia.

 

O ENGANO DAS TESTAGENS. A ênfase na realização de testes diagnósticos, sem nenhuma precisão, produzindo resultados falsos, positivos e negativos, além da demora dos resultados, em nada contribui para a providência inicial de tratar quem precisa ser tratado. Ao contrário, muitos morreram sem tratamento adequado, esperando resultados de exames.

 

O ENGANO DOS TRATAMENTOS. Milhares de doentes que buscam médicos e postos de saúde pública voltam para casa sem os medicamentos sabidamente capazes de eliminar o vírus, impedir o agravamento da doença e evitar a morte. Recebem prescrição de medicamentos sem nenhuma indicação para tratar a doença. Entre esses não devidamente tratados estão aqueles que vão piorar e morrer.           

 

O ENGANO DA VACINA. A pressa para produzir e aplicar uma vacina demonstra a existência de interesses outros que não a saúde das pessoas. Etapa essenciais de eficácia e segurança não estão sendo cumpridas. Notícias mostram vacina pronta, embalada e rotulada antes da pandemia ser anunciada. A vacina produzida em menor tempo foi a de caxumba, que demorou quatro anos; a de ebola, mais de cinco anos; de sarampo, mais de oito anos.      

 

O ENGANO DA VEZ. “Espere uma vacina”; “Logo uma vacina estará disponível”; “A solução só virá quando tiver uma vacina”; “Abertura total somente quando chegar a vacina”. Enquanto isso, medicamentos preventivos e curativos são negados e as pessoas seguem sendo mortas, pelo desconhecimento, má fé, corrupção, perversidade e pelo engano.

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