E para alegria das mamães tem brechó para os pequenos também!

Aquele conceito de antigamente que esses lugares só tinham cacarecos empoeirados caiu por terra viu, hoje em dia eles não deixam a desejar em nada e os preços são bem em conta

PRUDENTE -

Data 17/10/2021
Horário 10:13
Foto: Weverson Nascimento
Brechó infantil garante qualidade e preço bom para as crianças de todas as idades 
Brechó infantil garante qualidade e preço bom para as crianças de todas as idades 

Já se foi o tempo em que brechós aludiam à ideia de locais cheios de cacarecos com roupas velhas e empoeiradas. E muito menos de que comprar nesses lugares é motivo de vergonha. Capaz. Tudo isso caiu por terra. Hoje em dia, esses espaços recebem um novo tratamento e se tornam cada vez mais apreciados por quem quer comprar itens em boas condições, e sem gastar muito em roupas, calçados e acessórios como bolsas, bijuterias e até semijoias e perfumes, tanto para o público adulto quanto infantil, que tem até brinquedos e acessórios como carrinho, banheira, cadeirinha, chiqueirinho, andador e muito mais a preços bem mais em conta e com produtos de qualidade como novos. Presidente Prudente tem vários espalhados pela cidade!
Viviane Gomes de Oliveira Alves, 21 anos, é uma mamãe que adora um brechó, e seus meninos, Miguel e Kevin agradecem, pois estão sempre bem vestidos e com roupas novinhas. “Nunca tive vergonha de comprar em brechós nem para mim, nem para eles. Não vejo problema algum em comprar roupas usadas, porque muitas coisas compensam. A qualidade das peças é tão boa quanto nas lojas. Assim como os preços. Isso mesmo. Tem que ficar atenta porque, tem brechó na cidade vendendo suas peças com preços praticamente iguais aos das lojas que vendem somente roupas novas. Mas, a maioria tem valor justo”, diz a mamãe.
Um dos locais que ela gosta bastante de comprar é no Algodão Doce Brechó, que fica no São Judas. Há um ano e meio, Denise Rodrigues diz que a troca é uma das coisas vantajosas desse “novo” brechó, principalmente para a pessoa que vai fazer essa troca porque são roupas perdidas, muitas vezes ganhadas e que não terão mais serventia. “O importante é que ambos os lados fiquem satisfeitos. Geralmente a pessoa leva em grande quantidade, dou um valor X e ela pega o que quiser no valor de etiqueta da loja”, expõe a proprietária. 

A ocasião faz a oportunidade

Segundo Denise, a crise financeira, que afetou todo mundo por conta da pandemia, principalmente por ter fechado as portas das lojas e os preços absurdos quando foram reabertas deram mais visibilidade aos brechós. “O primeiro auxílio emergencial ajudou bastante as pessoas e a gente também, porque acabamos vendendo bem. Sempre oriento as pessoas a comprarem só o necessário para as crianças, porque elas perdem muito rápido. Hoje meu público está bem balanceado, de recém-nascido a 14 anos. Mas a procura maior é para a faixa etária de 10 a 14, porque são peças mais caras no comércio”, explica a comerciante que, inclusive, permite que seu cliente troque o que comprou caso não sirva. Coisa que a maioria dos brechós não fazem. Mas, quando seu estoque está com uma quantidade considerável, ela dá uma parada nas trocas, senão aí ela também não consegue o giro que precisa para manter o seu negócio funcionando.

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