Prudente recebe container da China com placas solares

Iniciativa da importação partiu do empresário Douglas Andrade, founder da Solar Power Photovoltaic, que viu o momento oportuno para investir no oeste paulista

REGIÃO - DA REDAÇÃO

Data 23/01/2022
Horário 05:10
Foto: Cedida
Mais de 600 placas solares vieram diretamente da China
Mais de 600 placas solares vieram diretamente da China

Na quarta-feira, Presidente Prudente recebeu, diretamente da China, um container com mais de 600 placas solares que serão destinadas à instalação de energia solar na cidade e região. A iniciativa da importação partiu do empresário Douglas Andrade, founder da Solar Power Photovoltaic, que viu o momento oportuno para realizar uma compra dessa magnitude e investir pesado no oeste paulista. “O mercado de energia solar só cresce. Recentemente atingimos 1 milhão de casas com energia solar no Brasil e esse número vai crescer ainda mais. A região precisa estar preparada para receber uma grande demanda de compra desse meio de produzir energia e a importação foi o melhor caminho para a empresa”.

Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o país ultrapassou na primeira semana de janeiro a marca de 1 milhão de unidades consumidoras (UCs) atendidas pela geração distribuída solar fotovoltaica – 76,6% desses consumidores são residenciais.

Ainda de acordo com os dados da associação, em 2021, o setor de energia solar recebeu investimentos de mais de R$ 21,8 bilhões em 2021, incluindo as grandes usinas e os sistemas de geração em telhados, fachadas e pequenos terrenos. O resultado representa um crescimento de 49% a 2020.

O CEO da Solar Power, Diego Oliveira, explica que ainda existe muito espaço para a expansão. “Isso é só o começo. O mercado solar ainda é pequeno e muito além do seu potencial. Menos de 1% da população brasileira possui energia solar então vamos continuar investindo e trazendo recursos de fora para que a população possa der dona da própria geração de energia”.

Dados de 2020 revelam que a matriz energética brasileira ainda é movida principalmente pela fonte hídrica (60%), seguida pela eólica (9%), biomassa (8,4%) e gás natural (8,2%) e apenas 1,4% veio da geração eólica.

 

 

 

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