Simples medidas podem aliviar sintomas

VARIEDADES - OSLAINE SILVA

Data 09/06/2020
Horário 10:32
Oslaine Silva - Umidificador de ar é uma alternativa nestes dias em que a umidade do ar é mais baixa Foto: Oslaine Silva - Umidificador de ar é uma alternativa nestes dias em que a umidade do ar é mais baixa

Nessa época de temperaturas mais amenas e a umidade relativa do ar baixa, milhares de pessoas sofrem com problemas respiratórios. A jornalista Ellen Santini, 34 anos, é uma destas. E para se sentir melhor, toma algumas medidas que visam amenizar os sintomas da rinite e também da sinusite, as quais ela sofre. Evitar lugares muito fechados, devido ao excesso de poeira e ácaros, principalmente agora por conta do coronavírus, abrir portas e janelas assim que acorda para otimizar a ventilação viraram rotina e os cuidados são redobrados.

À noite, três horas antes de se deitar, Ellen utiliza diariamente o umidificador de ar no ambiente onde dorme. A jornalista lembra que é importante ler a respeito do uso deste aparelho, uma vez que, médicos não recomendam deixá-lo ligado durante toda a noite, pois o efeito pode ser contrário, trazendo excesso de umidade no ar, contribuindo para a proliferação de fungos.

“Aumento a quantidade de líquido ingerido todos os dias também, mesmo quando mais frio, que é normal sentimos menos sede. E por fim, uso diariamente uma solução a base de soro fisiológico para lavar as narinas, tirando impurezas, poeira e outros que podem agravar as condições da rinite, principalmente durante essa época do ano”, salienta a jornalista.

Quem também convive com a rinite é o engenheiro civil, Rodrigo Cabanillas Tadioto, 25 anos. Mas ele diz não se preocupar com a pandemia, por acreditar que quem tem esse problema não chega a ser do grupo de risco. “Pelo menos até onde minha ignorância me permite entender [risos]. Mas no inverno evito mais o consumo de bebidas muito geladas”, expõe o jovem engenheiro.

Um espirro e todos olham

André Luiz Moreno de Carvalho, que trabalha com e-commerce e tem rinite alérgica e bronquite asmática, comenta ter sofrido demais em sua infância com problemas respiratórios, quando morava na capital paulista. Aos 12 anos, mudou-se para Presidente Prudente e nunca mais teve as crises terríveis, em que muitas vezes era necessário o uso de um dilatador junto com o aparelho inalador. Quando não, ir para um hospital...

 “Hoje, graças a Deus, já não tenho tantas crises, mas às vezes é necessário o inalador. Quanto à pandemia, ficamos receosos sim com a pancada de informações sobre o coronavírus, mas não me sinto vulnerável por conta dos meus problemas respiratórios. Pra ser sincero, o mais chato é às vezes você espirrar por conta de uma crise de rinite alérgica, por exemplo, e todo mundo ficar te olhando. Acho que todos devemos fazer nossa parte, respeitar a quarentena, higienizar as mãos sempre, usar o álcool em gel e máscara, se possível, para evitar que seja infectado”, frisa André.

Foto: Cedida

André, que sofre de rinite e bronquite, já precisou muito do inalador

 

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