Taisa Nelli tem livre acesso aos GPs

Casada com um engenheiro da Fórmula 1, a jornalista prudentina já acompanhou 40 provas

Personagem -

Data 15/11/2020
Horário 06:00
Taisa Nelli ao lado do carro do campeão Hamilton, no Azerbaijão
Taisa Nelli ao lado do carro do campeão Hamilton, no Azerbaijão

Ela tem 35 anos, é Prudentina, mas mora entre Presidente Prudente e a Inglaterra. Normalmente vem ao Brasil a cada dois meses, para estar com os pais em sua cidade, e ver como anda um negócio que não pretende se desfazer: é dona de uma academia de ginástica, no Parque do Povo (Action).  Durante o período da pandemia, escolheu passar com a família, na considerada capital do oeste paulista.

Taisa Nelli é jornalista e faixa preta em caratê. Há 15 anos já acompanhava o círculo da Fórmula 1, trabalhando como tradutora e intérprete, mas agora  tem credencial livre para seguir todo o séquito da organização e as equipes. É casada desde 2017 com o britânico Grant Collins, engenheiro elétrico da Fórmula One Group.

Responsável pela parte elétrica dos circuitos digitais de todos GPs, o marido de Taisa também cuida dos geradores e instalações elétricas dos autódromos, assim como da TV Compound e da Broadcast Center – o coração da Fórmula 1 – é quem repassa as transmissões para TVs de todo mundo.

Taisa lembra que o primeiro GP de Fórmula 1 que assistiu foi na Itália, em 2011, para onde passou a ir todos os anos. Em 2012 foi disputar um torneio de caratê na Turquia, e aproveitou para acompanhar o GP da Bélgica. “A Fórmula 1 e o caratê sempre foram minhas paixões”.

Em 2012 foi ao GP dos EUA em Austin, Texas. Reconhecida por todos do circuito da Fórmula 1, fez muitas amizades. Todos do circuito da F1 já conhecem a prudentina. Ela viu vários pilotos estrearem na Fórmula 1, como seu favorito, Sebastian Vettel, tetracampeão mundial. “Ainda hoje tenho relação muito amigável com ele, conversamos muito, tiramos fotos, falamos da vida, ele já me deu vários presentinhos, é muito gentil!”

Ela já viajou por mais de 60 países pelo mundo e acompanhou 40 GPs, sempre do lado de dentro dos boxes. Entre os países onde esteve com a F1 cita Austrália, Bahrain, Azerbaijão, Espanha, Mônaco, Canadá, Inglaterra, Alemanha, Hungria, Bélgica, Itália, Rússia, México, Estados Unidos, Brasil e Emirados Árabes.  “Todos os anos gosto de ir à Rússia, EUA, México e Brasil. Comecei ir a Abu Dhabi também, virou tradição. Neste ano de 2020 eu planejava acompanhar 10 provas. Antes da pandemia estava indo para o Bahrain novamente. Uma semana antes de pegar o voo foi cancelado o primeiro GP do calendário, o da Austrália, e consecutivamente os que viriam a seguir. Foram anos maravilhosos e não vejo a hora dessa pandemia acabar para acompanhar esse mundo maravilhoso da Formula 1”, desabafou.

 

Taissa Nelli e o marido, Grant Collins, engenheiro responsável pela parte elétrica dos circuitos digitais de todos GPs

 

Com Hamilton, no GP da Espanha

 

Brincando com Galvão Bueno, no GP da Itália

 

Taisa e Sebastian Vettel: seu piloto favorito

 

Com Chase Carey, atual CEO da F1

 

 

 

 

 

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