Uso de e-readers, como o Kindle,  ganha adeptos em Prudente

Dispositivos de leitura digital abarcam o nicho de e-books; compactos, eles permitem mais praticidade quanto ao uso e a capacidade de armazenamento de livros digitais

VARIEDADES - CAIO GERVAZONI

Data 25/07/2021
Horário 08:56
Foto: Cedida
Aparelho oferece uma leitura menos cansativa, por meio de uma tela que simula uma espécie de papel impresso
Aparelho oferece uma leitura menos cansativa, por meio de uma tela que simula uma espécie de papel impresso

Os e-readers, ou leitores digitais, são dispositivos tecnológicos que permitem o armazenamento de milhares de livros digitais, conhecidos também como e-books. O mais famoso dos e-readers, é o Kindle. O aparelho desenvolvido pela Amazon é compacto e oferece uma leitura menos cansativa, por meio de uma tela que simula uma espécie de papel impresso, além de recursos para marcar trechos dos livros e páginas, e até mesmo a promessa de uma bateria que pode durar pouco mais de um mês.
O psicólogo Luiz Henrique Bochi é um dos adeptos do Kindle. Ele começou a usar o leitor digital no final do ano passado. “O que me motivou a usar o Kindle foi a questão da praticidade e velocidade de acesso ao livro que se deseja ler”, conta. Além da utilidade de ferramentas para pesquisa e estudo. “Quando a leitura está associada à pesquisa, preparação de aulas ou cursos eu prefiro a funcionalidade do Kindle, que permite selecionar trechos e fazer fichamentos no próprio dispositivo”, explica Luiz. Ele conta que não substituiu por completo a leitura dos tradicionais livros físicos. “Obras que considero de extrema importância para ter em minha biblioteca, eu acabo comprando o físico também”, pontua. 
“Sou usuária do Kindle há uns bons anos, já perdi a conta”. A psicóloga Gizelly Moreira Ferrari é uma antiga adepta do leitor digital da Amazon. Ela começou a usar o dispositivo em 2015, após ser presenteada pelo esposo e a filha. “O Kindle foi um presente de Dia das Mães, pois já estava faltando espaço para armazenar meus livros, ler romances é meu principal hobby”. O fator praticidade também conquistou a psicóloga. “É leve, cabe na bolsa, e dá pra carregar muitos livros. Te permite adequar fontes, tamanho, brilho da tela... e a bateria dura bastante! ”, explica. 
Gizelly conta que ainda compra as obras físicas de seus escritores favoritos. “Cheiro de livro novo o Kindle não me traz. Pode parecer estranho gostar de cheiro de livro, mas gosto, não me julgue. Então, meus autores favoritos, ainda compro em papel”. Ela ainda utiliza o dispositivo que ganhou em 2015 e considera que o investimento foi muito bom. “Estou com o mesmo desde daquele ano, funcionando perfeitamente. E olha que é muito utilizado”, conclui a psicóloga, que acredita que o preço do dispositivo poderia ser mais acessível para alcançar um número maior de leitores. 

Os Kindles

Os dispositivos de leitura digital da Amazon disponíveis no mercado brasileiro estão divididos em três modelos: o comum e mais barato, Kindle, pode ser encontrado por até R$ 349; o intermediário Kindle Paperwhite possui uma tela antirreflexo de 6 polegadas, com densidade de 300 ppi e 5 LEDs para iluminação, que oferece maior qualidade e texto mais nítido para o leitor, este modelo é a prova d’agua e pode ser encontrar por até R$ 479; o melhor e-reader à venda é o Kindle Oasis, o suprassumo do Amazon tem tela de 7 polegadas. O display é mais personalizável do que a das outras versões. O dispositivo tem 25 LEDs, sensor de luz adaptável e ainda permite ajustar a temperatura da luz entre um tom mais branco ou âmbar. O modelo Oasis pode ser encontrado por até R$ 1.149. 
A primeira geração do Kindle foi desenvolvida e lançada no mercado norte-americano em 2007 pela Lab126, uma empresa subsidiária da Amazon. O aparelho tinha tela monocromática de 6 polegadas com 256mb de memória interna. Com o avanço da tecnologia, os dispositivos da geração atual, a décima, podem armazenar até 8gb. 

 

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