Ou você muda ou nada muda!

OPINIÃO - Marcos Alves Borba

Data 06/05/2020
Horário 04:15

Há necessidade de sermos ousados e determinados em algumas ações, desde já, nesse exato momento. Como diz Idalberto Chiavenato, administrador, filósofo e pedagogo, além de atuar em psicologia educacional: “Desenvolva as pessoas e elas desenvolverão a organização”. Neste grande desafio de incertezas, onde ninguém se abstenha de ousar no que poderá ser o certo ou errado, precisamos arriscar uma única certeza, nos unir. Sem sombra de dúvidas, essa será a nossa única rotina cirúrgica, se quisermos chegar onde pretendemos.

Precisamos desde já, queiramos ou não, mudar urgentemente os nossos comportamentos, as nossas atitudes. Estamos a caminho de que as coisas precisam se adaptar ou, aliás, nós precisamos realmente saber ponderarmos da atual situação e nos posicionarmos do que queremos. O processo está ocorrendo de maneira muito rápida. As coisas estão acontecendo de forma inesperada. As ações precisam ser tomadas de maneira que ainda dê tempo. Uma maneira de que muitas vidas não sejam perdidas drasticamente, o que nos faz correr contra o tempo. E por favor, não sejamos tão hipócritas de fazer comparações, pois cada um tem sua maneira de viver.

Dias atrás, li de um grande mentor, que estamos na contramão do que realmente queremos como desenvolvimento humano, isto é, estamos na busca insana da ciência que prove como nos safarmos de uma grande pandemia, mas que ainda não prosperamos e estamos distante de como criar uma sabedoria. Nosso tempo é totalmente escasso, e nossa teimosia insiste em ver e rever assuntos diários irrelevantes, diante de governos totalmente interessados em criar seus vínculos para os próximos anos. E o hoje, o agora, como fica?

O que você tem feito nesses dias para que sua evolução seja pertinente ao seu caminho? É plausível, onde lives, e muitas delas foram destinadas às pessoas que realmente necessitam de apoio, mas o que prova que essas arrecadações tenham chegado a seu verdadeiro destino? Se criarmos o hábito de nos debruçarmos na janela, como forma de ver o tempo passar, seria a mesma coisa de lançar seus sonhos aos mares e acreditar que dias melhores virão, sem ao menos sair do lugar. De repente tudo muda, e tudo se torna diferente sem a nossa humilde permissão. Somos pegos de surpresa pela insanidade de um desafio que jamais poderíamos imaginar que seria tão sério e muito difícil.

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