“Luz na Infância” tem desdobramento na região de Prudente

Dois indivíduos foram detidos na manhã de hoje, e são investigados por praticar crimes cibernéticos envolvendo menores de idade

Weverson Nascimento: Materiais foram apreendidos na casa de suspeito Weverson Nascimento: Materiais foram apreendidos na casa de suspeito Imagem: Weverson Nascimento: Materiais foram apreendidos na casa de suspeito

A Polícia Civil deflagrou na manhã de hoje a 4ª fase da Operação Luz na Infância, que apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet em todo o território brasileiro. No Estado de São Paulo, foram cumpridos 92 mandados de buscas e apreensões nas casas de suspeitos. A investigação teve repercussão na região, e prendeu em flagrante dois homens, em Presidente Prudente e Presidente Venceslau, acusados de armazenarem conteúdos pornográficos.

De acordo com a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), em Prudente, um homem de 30 anos foi detido acusado de possuir o material. Na residência dele foi apreendido um aparelho celular, dois pen drives, HD e notebook. Segundo a delegada Adriana Ribeiro Pavarina, em depoimento, o homem confessou que baixou o programa de compartilhamento de arquivos e aceitou os seus termos de uso. “Então, ele sabia que podia compartilhar o material. Ele baixava e assistia, mas, alegou que depois apagava”, afirma.

O indivíduo que, atualmente está desempregado, está em cárcere e deverá passar por audiência de custódia amanhã, para posterior envio a uma unidade prisional. Agora, a Polícia Civil investiga se ele também compartilhava os materiais. Desta forma, um inquérito será aberto para dar continuidade no caso.

 

Pagamento de fiança

Já em Presidente Venceslau, um técnico de informática, 36 anos, foi autuado durante a operação. Na residência, a Polícia Civil apreendeu computador, HD, pendrive e duas câmeras fotográficas. De acordo com o Deinter-8 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior-Oito), o acusado prestou depoimento e, pelo fato de o flagrante ter sido por crime afiançável, pagou a quantia determinada – valor não informado, e foi liberado enquanto a investigação continua.

 

 

 

Veja também