Afipp: crucial na inclusão dos portadores de fissura labiopalatina

EDITORIAL - DA REDAÇÃO

Data 22/10/2023
Horário 04:34

As entidades que representam portadores de fissura labiopalatina têm um papel crucial na promoção da conscientização, inclusão e na redução do preconceito associado a essa condição. Desta forma, Presidente Prudente só tem a comemorar e agradecer pelos 23 anos da Afipp (Associação de Apoio aos Fissurados Labiopalatais de Presidente Prudente), a serem celebrados no dia 26 de outubro, próxima quinta-feira.

Trata-se de uma entidade que presta serviços de apoio às famílias de pacientes com a fissura labiopalatina, uma abertura na região do lábio e/ou palato (céu da boca) entre a quarta e a 12ª semana de gestação. A má-formação pode trazer comprometimento para a estética, dentição, audição e, principalmente, para a fala do paciente. Atualmente, cerca de 140 famílias são atendidas pela instituição.

Na edição de hoje, os leitores podem conhecer mais sobre o crucial papel desenvolvido pela Acipp, entidade que foi idealizada pela professora Cenira Mendonça Spares, já falecida, e da sensibilização e mobilização de pais, pacientes e profissionais liberais. É graças a pessoas como eles, que a sociedade avança, de maneira a promover a real reabilitação e inclusão de todos, independentemente de sua condição.

Portadores de fissura labiopalatina e suas famílias podem enfrentar desafios emocionais e psicológicos significativos. A Afipp oferece suporte emocional e um espaço seguro para compartilhar experiências, medos e conquistas. Isso pode ser especialmente importante para os pais de crianças com fissura labiopalatina, que muitas vezes enfrentam um período de adaptação e aceitação.

Isso sem contar que ao oferecer um ambiente de apoio e compreensão, a entidade ajuda os portadores de fissura labiopalatina a desenvolver uma maior autoestima e confiança em si mesmos. Isso é crucial para o seu bem-estar emocional e social.

Sem sombra de dúvida, a Afipp desempenha um papel vital na promoção da inclusão, na redução do preconceito e na melhoria da qualidade de vida dos portadores de fissura labiopalatina e suas famílias. Ela cria uma rede de apoio essencial que contribui para uma sociedade mais inclusiva e empática. 

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