Artesãos comemoram  movimentação da FAAPP

Evento surpreendeu desde a forma como foram distribuídos dentro do espaço ao público que receberam e as vendas que fizeram diante de momento que ainda é delicado

VARIEDADES - OSLAINE SILVA

Data 07/09/2021
Horário 04:15

Participante da FAAPP (Festa Anual da Arte e Artistas de Presidente Prudente), uma realização do Clube do Meio Artístico, pelo quarto ano consecutivo, no terceiro e penúltimo dia da 44ª edição do evento, no domingo, no IBC Centro de Eventos, Tânia Martins, 45 anos, do Ateliê Mimos da Tânia, manifestou seu contentamento com a movimentação que a surpreendeu, pois por conta da pandemia, assim como muitos, ela achou que não fosse ter tanto público neste 2021, que ainda é delicado. 
Segundo a artesã, obviamente que devido aos problemas econômicos que todo o país está passando as vendas diminuíram sim se comparado aos outros anos, mas o que vendem é lucro, pois não pagaram nada para participar. “Olha, realmente precisamos parabenizar a organização. Em um momento em que é preciso respeitar protocolos sanitários, a divisão de espaços foi feita de forma muito, muito boa em que ninguém fica aglomerado. Luvas, na entrada, álcool gel em todas as bancas... A ideia de colocar plantas agregou ainda mais ao evento. O público da Faapp é bastante diversificado, sabe, e ao mesmo tempo muito família. E o que percebemos foi que com os shows, em determinados horários tínhamos mais pessoas interessadas comprando. Tem sido maravilhoso!”, exclamou Tânia.
Falando em plantas, Silvana Professor, 50 anos, é marinheira de primeira viagem na Festa Anual da Arte e Artistas e já estava encantada com o que estava vendo. Produtora de suculentas e cactos no próprio quintal de casa, ali estava ela mostrando que entre espinhos nascem sim belas flores!
“[risos] Geralmente os homens e as crianças são os que mais gostam dos cactos. Acho que por seus formatos diferentes e que os deixam tão especiais. Já as mulheres preferem as suculentas e são as que vendem mais também. Até agora estou gostando muito de estar participando. Vendemos muito bem, viu”, mencionou Silvana dando uma aulinha breve de que as suculentas geralmente ficam mais bonitas no inverno, inclusive com mais cores.

 

Se sentindo em casa
A artesã Irisma de Souza Silva, 67 anos, estava feliz, pois exatamente nesta data era quando estava acostumada a participar da Festa da Orquídea, em sua cidade, Poá (SP), de onde ela veio de mudança para Presidente Prudente no início da pandemia. “Essa é a segunda vez que participo do evento como artesã e acho maravilhoso! É uma oportunidade pra gente e para as pessoas que gostam do trabalho artesanal também”, disse dona Irisma que perguntada se sentiu medo da pandemia ela respondeu que não, pois crê que tudo que enfrentamos é porque Deus permite. “Na glória de Deus minha filha venceu um câncer e agora é meu esposo que está vencendo um. Então não tenho medo de nada”, agradece a Deus ela que congrega na Assembleia de Deus. 

 

Fotos: Claudia Koga

Em sua quarta participação, Tânia parabeniza a organização pelo evento maravilhoso

 

Público encontrou perfeitos personagens conhecidos das telinhas, feitos em EVA

 

O IBC foi tomado por aromas que exalavam um perfume sem igual! 

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