Aterros sanitários: a solução é para agora!

OPINIÃO - Felipe Barroso

Data 01/08/2021
Horário 06:30

Há 11 anos, o país ganhava uma importante ferramenta para a regulamentação do descarte e tratamento correto dos resíduos sólidos - de todas as formas - e, principalmente, para criar uma blindagem de proteção ao meio ambiente. Entre as medidas, o fechamento de lixões e a redução do uso de aterros irregulares. 
Após mais de uma década, os prazos estabelecidos foram esticados. Mas, mesmo assim, pouca evolução foi vista no setor que tanto carece de investimentos privados e de implantação de políticas públicas de efeito.
Na região de Presidente Prudente, a maioria dos aterros municipais existentes conta com sua vida útil chegando ao fim nos próximos meses, de acordo com o inventário feito pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), em 2019.
É o caso, por exemplo, da capital do oeste paulista. Em Presidente Prudente, o aterro controlado - que no passado já foi um lixão - ainda recebe resíduos sólidos urbanos após ganhar uma “sobrevida”. Alvo de processo judicial, o local precisa encerrar suas atividades o quanto antes. 
Diante deste cenário, uma solução deve ser tomada pelos gestores públicos para que os municípios não contraiam dívidas vultosas em médio e longo prazo devido a obras simplesmente paliativas ou por pagamentos de multas judiciais.
Uma das alternativas é a contratação de empresas especializadas no gerenciamento de resíduos sólidos, que deve ser feita diretamente pelos municípios por meio de licitação ou chamamento público via consórcios intermunicipais.
Contudo, um ponto importante deve ser observado no momento de construir o edital para certame: a localização do empreendimento privado. Caso contrário, o benefício de terceirizar o serviço pode ser anulado diante dos custos de transporte e de transbordo devido à distância da área de depósito da empresa contratada.
Ao ser idealizada, a Transforma Energia contou com pilares sólidos focados na recuperação energética e sustentabilidade por meio do processamento, reaproveitamento, reciclagem e destinação final de rejeitos. O resultado é, agora, contar com um grande diferencial: ser a primeira empresa brasileira a atender em 100% o novo marco regulatório de tratamento e destinação final de resíduos.
O nosso objetivo é implantar uma nova cultura de gestão dos resíduos e de educação ambiental. E, para tal, foi escolhida a região de Presidente Prudente, com sede e parques industriais construídos na cidade de Caiabu.
Além de atender toda legislação ambiental e aérea - estar a 20 km de distância do Aeroporto Estadual Adhemar de Barros, por exemplo -, a empresa conta com localização estratégica que vai de encontro com as diretrizes estabelecidas pelo PIGIRS (Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos), que serve como guia principal para a tomada de decisões do Cirsop (Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos do Oeste Paulista), formado por 11 municípios da região.
É planejada para receber todos os tipos de resíduos, sendo equipada com tecnologia de ponta, áreas de aterros e de transbordo. Recentemente, classificada pelo Governo do Estado como modelo de desenvolvimento sustentável.
A nossa preocupação não se resume apenas à gestão dos resíduos. Mas, também na preservação do meio ambiente. Pois, ambas as iniciativas caminham interligadas. Desta forma, a Transforma Energia investe em ações ambientais e em parcerias educacionais por meio do Instituto Transforma.
A conscientização transforma a vida das pessoas e a gestão correta dos resíduos protege o meio ambiente. 
A decisão para a construção de um futuro sustentável não pode ser deixada para depois. A solução é para agora!
 

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