Casal de PP conclui o Caminho da Fé em 9 dias

Sinomar

Antonio Carlos Pereira e a esposa Maria do Carmo, na Serra da Mantiqueira

COLUNA - Sinomar

Data 15/10/2020
Horário 05:10
Viagem começou na Serra da Mantiqueira, em Águas da Prata; roteiro previa passar por 12 cidades nos Estados de SP e MG
Viagem começou na Serra da Mantiqueira, em Águas da Prata; roteiro previa passar por 12 cidades nos Estados de SP e MG

Antonio Carlos Pereira e a esposa Maria do Carmo planejavam fazer a peregrinação do Caminho da Fé no início do ano, caminhando os 300 km de Águas da Prata até o Santuário de Aparecida do Norte, no Vale Paraíba.  A pandemia suspendeu a caminhada e o casal retomou o projeto no início deste mês. “Um momento de autoconhecimento, agradecimento, fé e coragem”, comentou Pereira, que já havia feito o mesmo trajeto de bike, 11 vezes. “A pé é outra coisa, porque nosso plano era fazer o caminho de forma autossuficiente, carregando a própria bagagem”, relatou Pereira. O casal explicou que passou por um treinamento de três meses antes de iniciar a peregrinação e destacou que isso é necessário: “O caminho não perdoa. É uma trilha muito bonita, mas cobra de quem vai despreparado”, disse Pereira. 
A viagem de nove dias começou na Serra da Mantiqueira, em Águas da Prata. O roteiro previa passar por 12 cidades nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. “No primeiro dia, fizemos 32 km até Andradas, sofrendo muito nos 11 km finais, uma descida muito inclinada, cheia de pedras, onde é preciso andar com muita segurança, muito cuidado para não lesionar”, relatou.
Em média andaram de 30 a 40 km por dia. No trecho de Paraisópolis, Minas Gerais, diminuíram o ritmo, pois foi o dia de sol mais forte. “Fomos devagar, tomando cuidado com a hidratação para conseguir concluir. Só completaram 20 km nesse dia.
Outro trecho difícil foi a chamada Subida da Luminosa, uma das mais temidas do Caminho da Fé. “Fomos privilegiados porque choveu alguns dias, apagando bastante a poeira e firmando o terreno. Subimos os 11 km dessa serra, bem íngreme, em três horas. Mas subir foi fácil. Difícil foi descer. Aliás, o problema no Caminho da Fé são as descidas. Você desce soltando o peso sobre o joelho, que é impactado, e dependendo do calçado que está usando, vai machucando os joelhos”, comentou Pereira.
“Valeu a pena, curtimos as paisagens lindas do caminho e o momento de elevação espiritual que ele nos oferece. Com fé e superação, chegamos a Aparecida, nove dias e meio depois da saída, foi um momento lindo!”, completou.


O casal, na chegada em Aparecida do Norte

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