A Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo) marcou para o dia 2 de fevereiro o início das aulas na rede estadual. O término está previsto para 18 de dezembro. O mesmo calendário será seguido pelas unidades escolares que adotarão o Programa das Escolas Cívico-Militares. No oeste paulista, são sete, cujos policiais militares da reserva que atuarão como monitores já foram convocados.
Para a Escola Estadual Alfredo Machado, em Dracena, o 2º-tenente José Roberto Rodrigues foi convocado como monitor-chefe e, o 2º-tenente Celso Dias de Souza, foi chamado parra assumir como monitor. Já para a unidade Antonio Marinho de Carvalho Filho, de Presidente Venceslau, foram aprovados o 3º-sargento Luiz Aparecido Freire da Silva (monitor-chefe) e o 3º-sargento José Maria Machado da Rocha (monitor).
A EE Prof. Geraldo Pecorari, em Junqueirópolis, contará com o 2º-tenente, Eliomar de Oliveira Gonçalves (monitor-chefe) e o 2º-tenente Jefferson Roberto Peres (monitor). Para a unidade João Brasio, de Panorama, foram convocados: 3º-sargento Antônio Vanderlei de Souza (monitor-chefe) e o 3º-sargento Natal José Duarte (monitor). Já a escola Coronel João Gomes Martins, de Martinópolis, terá o 2º-tenente Pedro Tavares Pereira como monitor-chefe, e a 3º-sargento Maria Ana dos Santos, como monitora.
Na EE José Giorgi, em Rancharia, o 2º-tenente Reginaldo Premori Caraffa, e o 3º-sargento Salvador Cipriano Irmao, serão monitor-chefe e monitor, respectivamente. Por fim, em Prudente, na unidade Teófilo Gonzaga da Santa Cruz, os responsáveis serão o 2º-tenente Hildebrando Ferreira (monitor-chefe) e o também 2º- tenente, Jefferson Molina de Oliveira (monitor).
A Seduc-SP informa que garantiu a retomada do cronograma do programa das escolas cívico-militares após vitória judicial, em agosto do ano passado. A decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) atendeu os argumentos da PGE-SP (Procuradoria Geral do Estado) e deu fim a ação de inconstitucionalidade ajuizada pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), que questionava o Edital SEDUC nº 2/2025, responsável pela seleção de monitores para o projeto.
Com isso, a pasta retomou o processo seletivo para a contratação de monitores e monitores-chefes que atuarão nas 100 escolas da rede estadual participantes do programa. O processo foi voltado a policiais militares da reserva, com etapas que incluíram análise de títulos, avaliação da vida pregressa (com apoio da Secretaria da Segurança Pública) e entrevistas conduzidas por bancas formadas por representantes das diretorias de ensino.
“Os selecionados terão jornada de até 40 horas semanais e passarão por capacitação obrigatória com foco em segurança escolar, mediação de conflitos e cultura de paz. Todos os monitores serão avaliados semestralmente quanto ao desempenho e adaptação ao modelo”, ressalta a Seduc-SP.
No primeiro semestre de 2025, a Seduc-SP concluiu o processo de seleção das 100 primeiras escolas estaduais que optaram pelo modelo cívico-militar. A escolha ocorreu por meio de consulta pública com a comunidade escolar, realizada entre março e abril, envolvendo 300 unidades previamente interessadas.
A adesão ao programa exigiu votação favorável de ao menos 50% dos participantes mais um. Como o número de escolas aprovadas superou o limite estabelecido de 100 unidades, a pasta aplicou critérios técnicos de desempate, como número de votos, oferta de mais de um nível de ensino e localização geográfica.
ESCOLAS CÍVICO-MILITARES
|
|
Município |
|
Alfredo Machado |
Dracena |
|
Prof. Geraldo Pecorari |
Junqueirópolis |
|
João Brasio |
Panorama |
|
Coronel João Gomes Martins |
Martinópolis |
|
Teófilo Gonzaga da Santa Cruz |
Presidente Prudente |
|
Antonio Marinho de Carvalho Filho |
Presidente Venceslau |
|
José Giorgi |
Rancharia |