Ecopontos promovem melhoria da qualidade ambiental

EDITORIAL - Da Redação

Data 22/07/2020
Horário 04:25

Os moradores das zonas norte e oeste de Presidente Prudente serão presenteados, em breve, com um espaço ambientalmente adequado para o descarte correto de resíduos. Isso porque a Prefeitura está preparando a instalação de um Ecoponto no Residencial Carandá, próximo à Horta Municipal. Conforme noticiado na edição de ontem deste periódico, as equipes já concluíram as obras de terraplanagem e cercamento, bem como a colocação de quatro caçambas para receber os resíduos recicláveis. No entanto, ainda falta a aquisição do contêiner que receberá e armazenará os materiais que não podem ficar expostos ao tempo.
Assim que o novo espaço for entregue, Prudente somará três Ecopontos. O primeiro já está em funcionamento no Jardim Cambuci desde abril deste ano, enquanto o segundo opera no Jardim Sabará desde maio. De acordo com a administração municipal, o projeto total prevê de cinco a seis unidades de Ecopontos em diferentes regiões da cidade.
Estes espaços recebem resíduos recicláveis como embalagens de plástico, papelão, metal e vidro; móveis usados até duas unidades; restos da construção civil dentro do limite de até 1 metro cúbico (m³) ou dez sacos, poda de árvore e óleo de cozinha. Por outro lado, não são permitidos resíduos orgânicos; resíduos industriais; grande volume de resíduos da construção civil; resíduos de serviços da saúde; isopor, gesso e animais mortos.
É digna de nota esta iniciativa da Prefeitura de Presidente Prudente, uma vez que mostra que o município está empenhado na promoção de políticas sustentáveis que promovam a melhoria da qualidade ambiental. Além de fornecer espaços para a coleta apropriada de resíduos, este projeto ainda colabora para conscientizar as pessoas em relação à preservação do meio ambiente, considerando que agora podem fazer a destinação correta ao invés de descartar estes materiais nas vias públicas, obstruindo bocas de lobo e contribuindo para a ocorrência de enchentes. Ademais, garante a proteção da saúde pública, tendo em vista que, quando dispensados de forma inadequada, esses resíduos tendem a se tornar criadouros de animais peçonhentos ou causadores de doença, como é o caso da dengue, zika ou chikungunya, bem como da leishmaniose visceral.
Que todos os munícipes se tornem conscientes quanto à existência desses espaços e passem a fazer o bom uso deles, contribuindo, desta forma, para a construção de uma cidade ecologicamente sustentável.

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