Em 3 dias, Polícia Rodoviária contabiliza 650 casos de excesso de velocidade nas rodovias da região

Corporação divulgou alerta sobre atitudes de motoristas e revelou os principais riscos provocados pela prática: “a sua pressa não vale uma vida”

REGIÃO - DA REDAÇÃO

Data 27/01/2026
Horário 10:48
Foto: Polícia Militar Rodoviária
Em alguns casos, os radares flagraram veículos circulando a 180 e 191 km/h
Em alguns casos, os radares flagraram veículos circulando a 180 e 191 km/h

Depois de registrar aproximadamente 650 infrações por excesso de velocidade, nas estradas do oeste paulista, em um período de apenas três dias, entre o último sábado e esta segunda-feira, a Polícia Militar Rodoviária divulgou um alerta aos motoristas: “velocidade e segurança são escolhas opostas”.

“O que mais preocupa, além de todas essas infrações registradas, são também os picos de imprudência. Em alguns casos, os radares flagraram veículos circulando a 180 e 191 km/h. A essa velocidade, o tempo de reação do condutor é praticamente nulo e a distância necessária para a frenagem aumenta drasticamente, transformando o veículo em uma força de impacto devastadora”, ressalta o policiamento rodoviário.

Conforme a corporação, o flagrante a 180 km/h foi feito na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), no domingo, em Santo Anastácio, enquanto o outro, a 191 km/h se deu na mesma via, já nesta segunda-feira, no trecho da cidade de Piquerobi. 

Dentre os riscos provocados pelo emprego da alta velocidade, o órgão cita o menor controle do veículo, com redução drástica da estabilidade em curvas e manobras de emergência; a frenagem tardia, já que, quanto mais rápido o veículo, maior o espaço percorrido até a parada total; além de danos fatais: “as proporções dos danos físicos e materiais crescem exponencialmente com a velocidade do impacto”.

“As imagens registradas pelas equipes em fiscalização demonstram o desrespeito direto à vida. A Polícia Rodoviária segue intensificando o policiamento diuturnamente e pede consciência aos condutores: respeite os limites. A sua pressa não vale uma vida”, frisa a Polícia Rodoviária.
 

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