Mais dois homens foram presos temporariamente na manhã desta quinta-feira, em Santo Anastácio e na capital paulista, por participação em um assalto praticado contra uma residência localizada no Jardim Paulista, em Presidente Prudente, em 26 de novembro do ano passado. As capturas ocorreram durante a segunda fase da Operação Luxus Chronos, deflagrada pela Polícia Civil, que deu cumprimento ainda a cinco mandados de buscas domiciliares.
“Uma prisão em flagrante por tráfico de drogas, em Taboão da Serra, também está sendo formalizada. Outros dois não foram encontrados pelas equipes e permanecem foragidos. As diligências prosseguem”, informou a Polícia Civil, que contou com empenho de equipes do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos) e do GER (Grupo Especial de Reação) nas ações.
“Com a continuidade investigativa em fontes fechadas, corroborada por demais provas em análise das apreensões e confissões parciais, uma nova fase da operação está sendo desenvolvida. O procedimento policial continuará visando esclarecer se há ou não receptadores, bem como outros envolvidos”, explica o órgão, que já havia efetuado cinco prisões, em dezembro passado.
“Todos permanecem presos até o fim da investigação e deliberação final da necessidade pela autoridade policial. Por momento, todos serão indiciados quatro vezes por roubo triplamente agravado e organização criminosa”, complementa a Polícia Civil.

Foto: Deinter-8
Segunda fase de operação deu cumprimento ainda a cinco mandados de buscas domiciliares
Luxus Chronos
Como noticiado neste diário, cinco pessoas, uma mulher, 18 anos, e quatro homens, com idades entre 24 e 32 anos, já tinham sido presas no dia 23 de dezembro, em Santo Anastácio, Taboão da Serra e Embu das Artes durante a primeira fase da Luxus Chronos. Na ocasião, 14 de buscas domiciliares, visando a localização dos objetos subtraídos e provas que reforçassem a autoria, além da identificação de eventuais outros comparsas, foram cumpridas.
Segundo a Polícia Civil, na data do assalto, quatro indivíduos encapuzados pularam os muros da residência e, rendendo proprietários e colaboradores, usando amarras para prende-los, subtraíram joias, valores e cofre. “Para tanto, com ajuda de quinto indivíduo que aguardava do lado de fora, entraram na garagem do imóvel onde consumaram a ação patrimonial, fugindo todos na sequência”, revela o órgão.
“Apenas depois que conseguiram romper as algemas, [as vítimas] acionaram a Polícia Militar que, em sequência, acionou a Polícia Civil, a qual imediatamente instaurou procedimento formal e iniciou as diligências de campo, bem como representações e análises de conteúdos em fontes fechadas”, detalha.
Com o andamento das apurações, a unidade especializada solicitou à Justiça os mandados, que foram concedidos e cumpridos. “Os presos capturados, de início, são presos temporários por 30 dias. Por tratar-se de crimes hediondos e, em tese, serão indiciados e depois terão o pedido de suas prisões para conversão em preventiva. O procedimento policial continuará visando esclarecer se há ou não receptadores, bem como outros envolvidos”, esclareceu a Polícia Civil, em dezembro.

Foto: Deinter-8
Segunda fase de operação deu cumprimento ainda a cinco mandados de buscas domiciliares