Pôncio Pilatos “lavou as mãos”

Diante do filho de Deus, Pôncio Pilatos lavou as mãos. A decisão de libertar ou não Jesus Cristo estava no poder de Pilatos como interventor e governador da Judéia. Pilatos lavou as mãos para fugir ou eximir-se de sua responsabilidade. Já se perguntaram quantas vezes, assim como Pilatos, “lavaram as mãos”? Acredito que se tornam um divisor de águas, certas atitudes como Pilatos tomou. Jesus Cristo foi julgado, condenado à crucificação e em seu lugar foi solto Barrabás. “Lavar as mãos” é uma decisão com pouca ou nenhuma implicância moral. É descaso, indiferença, interesses pessoais e certa comodidade.

É como diz o senso comum: “É tirar o seu da reta”. Uma atitude como “lavar as mãos” tem cunho de neutralidade e poderá levar a resultados catastróficos. Muitas vezes encontramos em alguns conflitos, crises ou fenômenos como o que agora, estamos vivendo, pandemia do coronavirus, que dispensa situações como essa de “lavar as mãos”. É necessária atitude firme. É importante assumir responsabilidades e seguir em frente sem titubear.

Lideranças nessas horas de pânico, histeria e ameaças de morte precisam ser respeitadas. Os líderes democráticos levam ao alívio, equilíbrio e saúde mental. Em uma família, existem os pais que controlam a sua prole. Em uma cidade, existe o prefeito. Na capital, existe o governador. E no país, existe o presidente da República. Nessas horas, os representantes precisam tomar decisões, resoluções rápidas e encontrar soluções.

A discórdia, vaidade, individualismo e intenções singulares minam objetivos importantes para o bem de uma nação. Comportamento, como de David Uip, infectologista, ao omitir e silenciar o uso de hidroxicloroquina para se curar da Covid-19, foi o de “lavar as mãos”. Qual foi o motivo pelo qual, decidiu não revelar, num momento impar e sério, que autoprescreveu essa medicação? O que iria perder? A simpatia do governador João Doria? E o que representaria para toda a nação, se revelasse? Traria mais conforto, confiança e alívio para todos. Resolveu agradar uma pessoa, ao invés do todo.

A hidroxicloroquina mais os antibióticos como azitromicina, ainda não estão cientificamente comprovados para a cura da Covid-19, sabemos disso. Mas foi o que o curou. Já o cardiologista Roberto Kalil revelou de forma clara, rápida e objetiva que se curou com essa medicação. Não fez como Pilatos e David Uip. Não “lavou as mãos”. Certamente não tem interesses políticos. Desejo a todos, uma feliz Páscoa! E lembrem-se, tudo isso (pandemia coronavirus) irá passar! Amém!

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