São Paulo Innovation Week teve IA, democracia e espiritualidade...

OPINIÃO - Marcos Alves Borba

Data 19/05/2026
Horário 05:00

Semana passada em São Paulo ocorreu o evento Innovation Week, o que pode através de grandes nomes como Daniel Goleman, Monja Coen, Ailton Krenak e Dmitry Muratov, além de experiências imersivas, fazer com que grande parte do público presente absorvesse o que vem ocorrendo no mundo e, principalmente, nas empresas. Possibilidades de adquirir o melhor do conhecimento no que realmente o caminho nos possibilite as melhores das intenções vividas em ambientes que possamos estar. 
O momento foi tão oportuno que, cada mentor, dentro de suas especialidades, pôde de alguma forma, daquilo que melhor possa ser atribuído a cada um de nós, buscar de certas estratégias com menos esforço, se entendermos como nos abdicarmos daquilo que possa de alguma maneira somar as nossas vidas. Painéis sobre neurociência, os limites da IA, e a potência humana. Gostos para todos os sentidos que podemos entender como negócios, valores possíveis de como gerenciar algo que estamos apenas começando ou dando continuidade já algum tempo daquilo que estamos acreditando que esse será o caminho. 
Esse evento foi simplesmente uma loucura de informações absurdas do momento tão insano que todos nós estamos vivendo. Palestras que nos elucidam de situações muitíssimas agregadoras de nossas intenções, o que nos coube a compreensão se daquilo podemos dar a nossa capacidade de somar a vida de outras pessoas, e nisso o momento é agora, é pra ontem, pois a IA está inserida na nossa vida diária já algum tempo, e infelizmente, muitos não se deram conta disso.  
Degustando o livro de dois grandes célebres: Kai-Fu Lee e Chen Qiufan – “2041 - Como a IA vai mudar sua vida nas próximas décadas” – Ed. Globo Livros, eles abordam temas além de nossa capacidade de imaginação, o que vale e muito o discernimento de situações totalmente adversas de como devemos repensar nossas atitudes daqui pra frente, principalmente, quando estamos todos os dias dependentes de um grande amuleto: o celular (seus aplicativos etc.). O futuro já chegou, já é presente, e as previsões, sejam elas subjetivam ou não, é vidente, estão acontecendo diante de nossos olhos. 
Pois bem, a grande maioria de nós não tem a noção das coisas que estejamos fazendo, pensando e, principalmente, habituados a executar sem até refletir como isso seja possível. Toda nossa pré-existência já está anexada num único sistema que muitos já têm como filosofia de vida, e já estão viciados. Pois, nossa capacidade de sentir, vivenciar e ter toda emoção que somente o ser humano é capaz, que são as nossas emoções, se liguem, pois a IA já está a caminho de perceber, captar essa gigante sensibilidade que são as emoções, que somente nós humanos podemos absorvê-las e vivenciá-las. 
Resumindo, e seguindo para uma breve reflexão: se possível, faça uma pequena análise de sua própria vida agora. Onde você esteve no dia 19 de maio de 1996 ou 2001, às 9h45 ou às 11h04? Muito tempo né? Então, essa simples informação de um tempo atrás, não se impressione, já foi captada pela IA, tem armazenamento guardado no tempo. Num simples click, tudo aparece num telão ao seu lado. Evidente, e todos nós, ainda não nos demos conta, e iremos continuar a inserir novas informações, continuamente, por mais que sejam subjetivas, numa ferramenta que muitos até se de gladiam todos os dias, para acessá-la diariamente. Com a criação e chegada da IA, acredito que estamos diante de um poderoso sistema que irá nos beneficiar com sua capacidade de absorção de grande parte das coisas, e que queremos muito: ganhar tempo.
 

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