Transforma Energia é vista como plataforma para estudos de novas tecnologias

REGIÃO - DA REDAÇÃO

Data 09/05/2021
Horário 04:25
Foto: Cedida
Mateus Godoi, diretor executivo do Cirsop; Fr. Phillip Machado, presidente do Instituto Transforma; Felipe Barroso, diretor presidente da Transforma Energia, Encarnita Salas Martin, professora da Unesp, Milton Sogabe, engenheiro Antônio César Leal, professor e pesquisador da Unesp; Fernando Okimoto, professor e pesquisador da Unesp, coordenador do Pigirs e Francisco Eduardo Pereira Filho, diretor executivo da Transforma Energia
Mateus Godoi, diretor executivo do Cirsop; Fr. Phillip Machado, presidente do Instituto Transforma; Felipe Barroso, diretor presidente da Transforma Energia, Encarnita Salas Martin, professora da Unesp, Milton Sogabe, engenheiro Antônio César Leal, professor e pesquisador da Unesp; Fernando Okimoto, professor e pesquisador da Unesp, coordenador do Pigirs e Francisco Eduardo Pereira Filho, diretor executivo da Transforma Energia

Primeira empresa brasileira a desenvolver um projeto que atende 100% do novo marco regulatório de tratamento e destinação final de resíduos, a Transforma Energia pode contribuir em estudos de novas tecnologias. O assunto foi discutido com representantes do Cirsop (Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos do Oeste Paulista) e da Unesp (Universidade Estadual Paulista), durante visita ao complexo industrial sediado em Caiabu.

Em área de 51 alqueires, o empreendimento é um dos mais modernos complexos industriais de recebimento de resíduos do país. No local, o diretor executivo do Cirsop, Mateus Godoi, e o coordenador do Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (Pigrs), professor e pesquisador da Unesp Prudente, Fernando Okimoto, conheceram as obras de instalação das plantas industriais.

Eles foram recepcionados pelo diretor-presidente da Transforma Energia, Felipe Barroso, e pelo presidente do Instituto Transforma, Fr. Phillip Machado, além do diretor-executivo da empresa, Francisco Eduardo Pereira Filho. Também estiveram presentes a professora da Unesp, Encarnita Salas Martin; o engenheiro Milton Sogabe; e Antônio César Leal, professor e pesquisador da Unesp.

"O objetivo é que a Transforma Energia possa atuar como uma unidade de pesquisa estendida de estudos visando desenvolver e aprimorar novas tecnologias no tratamento de resíduos, além de maximizar o reaproveitamento desse material", comenta Barroso.

Com isso, será possível o desenvolvimento de produtos para diferentes setores a partir de resíduos. "E, assim, valorizando o resíduo por meio da política de sustentabilidade socioambiental", diz.

Diferencial competitivo

O diferencial da Transforma Energia é trabalhar simultaneamente em três frentes: construção civil, grandes volumes e resíduos sólidos urbanos. Com isso, abrindo a possibilidade de atender diversos segmentos – públicos ou privados – ao mesmo tempo.

No raio de atendimento da Transforma Energia, estão localizados 80 frigoríficos, 400 movelarias, 170 construtoras, indústrias de transformação, entre outros empreendimentos.

A empresa é a alternativa mais econômica para destinação final dos rejeitos de dezenas de municípios e indústrias situados em um raio de 60 km.

A Transforma Energia já está apta a participar de licitações para a recepção de grandes volumes e resíduo de construção civil. "Já estamos em processo de licenciamento para recebimento de resíduo sólido urbano. A expectativa é que ocorra ainda este ano", revela Barroso.

Potencial em recebimento de resíduos

A RCC (Planta de Resíduos da Construção Civil) terá a capacidade de processar 75 toneladas por hora de demolições, reformas e outros projetos desse segmento como: tijolos, telhas, blocos, argamassa, ferros e itens de cerâmica.

Já na RGV (Planta de Resíduos de Grandes Volumes), serão processadas 20 toneladas de resíduos por hora, entre armários, camas, sofás, portas, mesas, cadeiras, berços, etc.

Por último, a RSU (Planta de Resíduos Sólidos Urbanos) terá a capacidade de recepção de 500 toneladas por dia de resíduo doméstico urbano produzido dentro de nossas casas, escritórios, etc.

Andamento das obras

Com prazos bem definidos, as obras de implantação do complexo de recebimento de resíduos da Transforma Energia seguem em ritmo acelerado. Atualmente, estão em construção as plantas de RGV (Recepção de Grandes Volumes), a de RSU (Processamento para Produção de Combustível) e a de RCC (Resíduos de Construção Civil).

Investimento que gera emprego

Inicialmente, serão investidos aproximadamente R$ 15 milhões nas plantas de RGV e RCC. Apenas nos trabalhos de movimentação de terra para preparação da área e construção do complexo, são gerados em torno de 80 empregos diretos e indiretos.

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