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Você já abraçou o seu papai hoje?

Feliz Dia dos Pais a todos os homens que exercem essa linda função que lhes foi dada por Deus! E para homenageá-los, esta edição traz três nomes do esporte prudentino e região

Esportes - OSLAINE SILVA

Data 09/08/2020
Horário 04:01
Cartão verde para Cleyton que passa para seu trio todo afeto, zelo e amor de pai Foto: Cartão verde para Cleyton que passa para seu trio todo afeto, zelo e amor de pai

Ah como é bom uma criança saber que aconteça o que acontecer existe um herói mais forte que o de filmes e quadrinhos que sempre as protegerá de todos os perigos. E ainda estará ali para dar amor e todo carinho do mundo. A figura paterna, ainda que seja de um homem franzino ou baixinho, significa proteção para seus filhos. Feliz os pequeninos que têm a afeição de um pai! E este domingo é dia deles! Feliz Dia dos Pais a todos os homens que entendem e exercem essa linda função que lhes foi dada por Deus, geneticamente ou de coração! E para homenagear todos os papais, e especialmente os envolvidos com o esporte, trazemos nesta edição três nomes conhecidos em Presidente Prudente e região: Péricles Batista de Menezes Junior, do handebol; Inaldo Sena, do atletismo e Cleyton Dutra, do futebol! E, um dos filhos de cada um desses heróis que seguem seus passos!

Velozes, mas não furiosos, começamos pelos velocistas com a recordista brasileira sub-20, Maria Victória Belo de Sena, que segue os passos do pai e também seu técnico na mesma modalidade. Como porta voz dos irmãos João Victor, que atualmente é jogador de basquete, Gilvanete e Raisa, que moram em Recife (PE), a jovem de 20 anos diz que ser filha de Inaldo é uma honra. E se sente ainda mais feliz por além desse importante papel ele ser grande amigo e “incrível treinador”.

Ela agradece a Deus o privilégio de poderem passar grande parte do dia juntos, trabalhando, treinando e claro, morando na mesma casa. Para Vick, seu pai é um grande exemplo de homem, porque mesmo quando não está dando tudo tão certo, ele sempre tem um sorriso para entregar a eles e à vida. O que para os filhos é contagiante. Em relação ao esporte, Maria Victória não titubeia em frisar que o pai é uma de suas principais inspirações. Isso se não for a maior delas, pois foi ele quem a ensinou a correr e diariamente a faz querer buscar mais.

“Ele me motiva sempre, sempre. Foi o primeiro a acreditar em mim e no meu potencial. Quando iniciei no atletismo comentei que se eu fosse só um pouquinho do que ele foi para o esporte, eu já me sentiria feliz e compensada. E como sempre me elevando ele respondeu que eu seria muito mais! Porém, meu pai foi um grande atleta, talvez eu não consiga atingi-lo, mas só de poder aprender com ele, já me faz ter vontade de querer ser igual”, destaca a filha orgulhosa.

Inaldo por sua vez diz que para ele ser pai é a continuação de tudo. Da educação, do desenvolvimento, ser amigo dos filhos, na hora de educar, de cobrar, de se doar. “Ser pai é fazer parte da construção de uma vida. Eu já não tenho mais o meu pai e sinto muita falta das conversas, das cobranças, dos conselhos, do seu abraço, do seu beijo...”, expressa Inaldo.

Quarteto fantstico nas quadras pelo handbol

A filha mais velha de Péricles, Victória, de 14 anos, para ele apenas Vivi, fala que seu pai representa muitas coisas. E a maior delas é o amor que ele tem por ela e seus irmãos, Camili, 12, Valentina, 7 e Arthur, 4. Ela ressalta que ele é um ótimo pai, sempre presente, protetor, e muito carinhoso.

“Ele é mais brincalhão que a gente [risos]. Admiramos muito o seu caráter, sua determinação e dedicação em tudo que faz. Ele é tão batalhador, honesto e sempre está correndo atrás dos seus sonhos. Como treinador nem se fala, é muito exigente, mas sempre dando amor e carinho a todos nós atletas. Meu pai está sempre preocupado em passar todos os seus conhecimentos para que possamos ter um rendimento muito além do que é esperado. Ele passou para nós a paixão pelo esporte, sempre nos orienta do que é certo e errado, no esporte e na vida”, pontua Vivi.

Muito carinhoso, Péricles frisa que ser pai é uma dadiva de Deus. É ter consciência da grande responsabilidade que rege sobre a vida que ajudou a colocar no mundo, ter discernimento para lidar com inúmeras situações e sempre fazer o melhor para seus filhos.

“Eu sempre quis se pai! E agradeço a Deus e minha esposa, Joslayne, por meus quatro filhos, a Vivi, Camili, Valentina e o Arthur que amo mais que tudo nessa vida!

Filho de peixe, peixinho é!

O árbitro da FPF (Federação Paulista de Futebol) e professor de Educação Física, Cleyton Dutra, 37 anos, que mora em Álvares Machado, acredita que todo pai deseja passar seu amor incondicional para um filho. E que seu maior presente não é deixar bens materiais, e sim o amor infinito, cheio de cuidado, zelo e afeto para os seus três filhos, Felipe, 12 anos, Eduardo, 6, e Helena, 3 aninhos.

Ver seu filho seguindo os seus passos não tem explicação é um sentimento que não há palavras para descrever, afinal o que ele faz é uma satisfação e um sonho de infância. Ser pai para Cleyton é receber todos os dias uma motivação para ser alguém melhor!

Ele conta que quando o filho Felipe, de 10 anos, despertou interesse em seguir seus passos, ele ficou cauteloso porque ser árbitro não é fácil e requer deixar muitas coisas de lado. Mas, vem dando apoio a ele.

“É interessante, depois que temos nossos filhos é que temos a certeza do que significa a palavra amor! Me orgulho demais de cada um deles e ver o Felipe querendo seguir meus passos me orgulha demais. E no que eu puder vou orientá-lo e educá-lo para poder ser um bom profissional. Assim como com os outros no que escolherem ´para suas vidas”, enfatiza Cleyton.

Vendo o pai sempre apitando jogos, e após fazer o mesmo certa vez, Felipe foi pegando gosto. “Eu gostaria muito de fazer o que ele faz, ser arbitro de futebol. Meu pai é meu exemplo. Ele é muito importante pra mim, uma pessoa alegre, divertida e que gosta muito de esportes. Pai obrigado por tudo o que faz por mim. Eu te amo!”, agradece o futuro árbitro, quem sabe da FPF!

 

“Ser pai é fazer parte da construção de uma vida. Eu já não tenho mais o meu pai e sinto muita falta das conversas, das cobranças, dos conselhos, do seu abraço, do seu beijo...”,

Inaldo Sena

 

Fotos: Weverson Nascimento

Péricles comanda seu quarteto fantástico em casa e nas quadras jogando handebol

 

Foto: Giovana Rosália dos Santos

Inaldo Sena e os filhos que seguiram seus passos no esporte, Maria Victória e João

 

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