Arquivo pessoal - Máximo Volpon atuava como médico cardiologista em Prudente

Foto: Arquivo pessoal - Máximo Volpon atuava como médico cardiologista em Prudente

MEDICINA EM LUTO

Despedida a José Máximo Volpon

Médico cardiologista foi velado no salão da Casa do Médico e hoje, às 6h30, segue em transladado para cerimônia de cremação, em Maringá (PR)

  • 07/01/2020 05:12
  • WEVERSON NASCIMENTO - Da Reportagem Local

Doutor Máximo, como era carinhosamente conhecido José Máximo Volpon, teve uma vasta carreira como médico cardiologista em Presidente Prudente. Apaixonado pela medicina, durante muitos anos atuou como diretor clínico do Hospital Iamada, local onde deixou seu legado. Mas ontem, aos 83 anos, faleceu em decorrência de insuficiência cardíaca, conforme relatou a família. O corpo foi velado no salão da Casa do Médico, e hoje, às 6h30, segue em transladado para cerimônia de cremação, em Maringá (PR).

Para o filho e médico radiologista, Bruno Volpon, o pai foi um exemplo de trabalho, dedicação e honestidade. Sempre disposto, segundo ele, em dar o melhor de si, em benefício às outras pessoas. “Médico é doação! Ele foi uma pessoa que sempre serviu aos outros. Então, era muito honrado, trabalhador e dedicado naquilo que ele fazia. Agora é uma partida triste, mas confortável por saber que ele foi uma boa pessoa. A missão foi cumprida!”, pontua.

Amigos há 40 anos, o médico cardiologista Edson Bonini, diz que Máximo era um cidadão íntegro, de caráter e um profissional muito dedicado ao trabalho. “Ele foi um dos exemplos na cardiologia em Prudente, sempre com uma postura ética e profissional, visando o amor que ele tinha pela medicina. É um pesar a partida dele”, relatou à reportagem.

Trabalho de muita seriedade define o caminho que o profissional trilhou durante a sua carreira como médico, conforme explica a consultora em serviços de saúde, Ivete Assef, que trabalhou durante nove anos ao lado de Máximo. “Ele era muito sério e comprometido com o trabalho, mas, acima de tudo, ele valorizava a vida e as pessoas. No seu ofício, ele valorizava todos os profissionais, sem distinção, por isso recebia a honra de ser chamado de Doutor Máximo”, descreve.

Em nota, o Hospital Iamada destacou que Máximo teve uma vasta carreira como médico cardiologista, e relembra que, por décadas, ele também integrou o grupo de sócios diretores do hospital e maternidade de Presidente Prudente. “Sócios, diretores e funcionários do Hospital Iamada comunicam com pesar o falecimento de seu sócio-proprietário, por muitos anos nosso diretor clínico. Manifestamos nossos sentimentos e solidariedade à família enlutada”. Máximo era casado com Maria Cristina Volpon e pai de Bruno e Máximo Volpon.