Festival democratiza acessa ao teatro e enaltece produções

  • 01/11/2019 04:05

Nos últimos dias, as páginas deste diário têm sido ocupadas por diferentes notícias relacionadas ao Fentepp (Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente), que chega neste ano à 25ª edição. Com ampla programação, contemplando espetáculos adultos, infantis e de rua, além de atividades formativas e paralelas, o evento tem início na próxima semana, com a expectativa de reunir mais uma vez reunir milhares de pessoas, em diferentes espaços da cidade.

Desta vez, visando promover maior interação com o público, a coordenação do festival incluiu também espaços alternativos para receber as apresentações - todas elas gratuitas -, além dos famosos e já tradicionais palcos da cidade. Entre eles, estão a praça central do distrito de Floresta do Sul e as quadras poliesportivas dos residenciais Cremonezi, Bela Vista I e Tapajós.

Espaços pouco convencionais, mas que oportunizarão o acesso ao teatro a todos, independente de idade, cor ou classe social. Para muitos, acredite, esta pode ser a primeira vez que contemplará uma peça ou, ainda, um festival.

Além do público, que terá uma programação diversificada para conferir, de 8 a 17 de novembro, ganham também com o evento, os artistas, que têm a oportunidade de mostrarem seu trabalho e divulgarem o que muitos, até então, desconheciam. Nesta edição, além dos grupos prudentinos Aliteatro e Pagu Cia de Teatro, participam companhias da capital paulista, Santo André (SP), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), João Pessoa (PB), Embu das Artes (SP) e até uma com integrantes de Campinas (SP) e Espanha.

Realizado pelo governo de Presidente Prudente, através da Secretaria Municipal de Cultura, com apoio do Sesc-SP e colaboradores, o Fentepp é preparado antecipadamente pelos organizadores – meses antes iniciam o período de inscrições, que segue com a seleção dos espetáculos, contato com os grupos e definição da grade  - e esperado todos os anos pelo público.

Há quem acompanhe a maioria dos trabalhos. Há quem todo ano está lá, em pelo menos uma encenação. Há quem nunca foi e irá prestigiar pela primeira vez. Tudo é organizado pensando justamente em quem vai. Quem for encontrará não apenas divertimento, mas também e, principalmente, um local para reflexões e enriquecimento cultural.