Brasil celebra Dia da Consciência Negra

VARIEDADES - Espaço infantil

Data 22/11/2018
Horário 06:17

Orientadora Pedagógica: Abigail Lopes Ferretti

EM Padre Emílio Becker

 

Comemoramos no dia 20 de novembro o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Data instituída oficialmente pela lei federal 12.519 de 10 de novembro de 2011, na qual faz referência a morte do grande líder Zumbi dos Palmares.

Zumbi era filho de negros escravos, mas nasceu livre em um dos povoados de quilombos dos Palmares. Ainda muito jovem foi capturado e separado de sua família, passou a ser criado por um padre. Era um menino inteligente e corajoso. Quando cresceu, fugiu e retornou ao quilombo de onde foi levado.

Os quilombos eram lugares dentro da mata onde negros escravizados se refugiavam fugindo dos maus tratos dos senhores. O quilombo mais conhecido no Brasil foi de o Palmares, formado na Serra da Barriga, no estado de Alagoas, chegando a ter mais de 20.000 pessoas.

Zumbi tornou-se líder do Quilombo dos Palmares e defendeu seu povo contra as invasões militares. Infelizmente, numa dessas batalhas, comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, Zumbi foi capturado e morto no dia 20 de novembro de 1.695.

No dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea que colocava fim a escravidão no Brasil, mas esse ato heroico não mudou a realidade dos escravos que ainda permaneceram presos pela opressão e discriminação. Portanto, 20 de novembro é uma data muito significativa, dia de refletir e manter firme a lembrança de que o fim da escravidão não foi um favor dos brancos aos negros, mas ocorreu a partir da luta dos próprios negros escravizados, além de mostrar a importância da cultura e do povo africano na formação social do Brasil.

 

 

Fontes: https://escolakids.uol.com.br

http://www.cienciahoje.org.br/

http://www.chc.org.br

Texto coletivo elaborado pelos alunos do 5º ano B,

Professora: Hellen Ovídia Vágula Floriano,

 

 

 

 

Carta do Leitor

 

Presidente Prudente, 18 de outubro de 2108

 

Caro André Esteves, redator do Jornal “O Imparcial”,

 

Meu nome é Sophia Alves, tenho 9 anos de idade, estudo na E. M. Padre Emílio Becker no 4º ano B. Eu li a notícia “Filhos cometem 37% das agressões contra idosos”, publicada no dia 12 de outubro de 2018 no Jornal “O Imparcial”.

Eu fiquei indignada porque é errado maltratar os idosos, ainda mais sendo nossos pais, pois quando éramos pequenos eles nos corrigiam, era para educar e não maltratar. Devemos cuidar dos idosos porque já cuidaram de nós.

Podemos sim, colocar os idosos em asilos, mas não podemos abandoná-los, também acho que ninguém gostaria de passar os últimos anos de vida sozinhos e tristes. Os asilos deveriam ser a última opção para as pessoas que não têm condições financeiras, ou uma casa muito pequena por exemplo. E se os idosos forem para asilos devemos ajudar em tudo que for possível e sempre visitá-los.

 

Atenciosamente,

Sophia Alves da silva, 9 anos

 

Professora: Viviane Almiron

 

 

 

 

 

Releituras

 

Por conta do dia da Consciência Negra, os alunos do 2º ano A, estudaram nas aulas de artes, juntamente com a professora Eliane Nespolo Ferreira, a vida e a obra da artista Tainá Lima (Criola), 25 anos, grafiteira, que usa a lata de tinta para dar poder as Mulheres Negras nas ruas de Belo Horizonte. Veja algumas das releituras das obras dessa artista feitas pelos alunos.

 

Aluno: Lucas Ribeiro da Silva – 7 anos

Professora: Eliane Nespolo Ferreira

 

 

 

 

Aluno: Breno Rodrigues Espianiano – 8 anos

Professora: Eliane Ferreira Nespolo

 

 

 

 

Aluno: Cristopher Miguel Nogueira Matos – 8 anos

Professora: Eliane Nespolo Ferreira

 

 

 

Aluno: Kauã Henrique de Oliveira – 8 anos

Professora: Eliane Nespolo Ferreira

 

 

 

Aluna: Julia da Silva Araujo – 8 anos

Professora: Eliane Nespolo Ferreira

 

 

Aluno: Hiago Phelipe Soares de Lima – 7 anos

Professora: Eliane Nespolo Ferreira

 

Cruzadinha

 

 

 

Respostas: 1- Tubarão Azul /2- golfinho / 3- baleia Jubarte / 4 – camarão / 5 – cavalo-marinho / 6 – água viva 7 – peixes / 8 – polvo / 9 – leão-marinho / 10 – tartaruga marinha / 11 – caranguejo

Aluno: Mirella Oliveira  – 9 anos

Professora: Divina Aparecida Uzeloto

 

 

 

Elaboração coletiva de um “Você sabia que...” a partir do estudo da Sequência didática “Produção e destino do lixo” – Ler e Escrever.

 

VOCÊ SABIA QUE...

 

1.            Lixo é tudo que não tem valor e pode trazer risco à saúde?

2.            O lixo pode ser classificado em domiciliar, industrial, agrícola, hospitalar, atômico e espacial?

3.            O crescimento populacional tem levado a humanidade a produzir uma quantidade cada vez maior e mais variada de lixo. Somente a cidade de São Paulo produz 15 mil toneladas  de lixo diariamente?

4.            O aumento do volume do lixo é um desafio para todos os países?

5.            No Brasil 76% do lixo produzido nas cidades são largados em lixões?

6.            Parte do material coletado no lixo pode ser reaproveitado como matéria-prima em novo processo industrial?

7.            A coleta seletiva de lixo trata da separação de materiais orgânicos e inorgânicos?

8.            Existe coleta especial de descarte específico para pilhas, baterias de celulares, pneus sofás e móveis?

9.            As indústrias só se interessam pelos materiais que dão lucro, por isso, só se reciclam o alumínio, plástico, papel, vidro e papelão?

10.         O problema do lixo pode ser solucionado a partir da regra dos 4 R’s: REDUZIR, REUTILIZAR, RECICLAR E REPENSAR?

 

Alunos do 4º ano B

 

 

Você gosta de panquecas?

 

Adika, um menino africano, adora ir ao mercado com a Mama, comprar ingredientes para fazer panquecas. No caminho para o mercado, Adika encontra seus amigos e os convida para comer panquecas. Mama fica muito preocupada porque não sabe se os ingredientes serão suficientes, pois ela não tem muito dinheiro.

“As panquecas de Mama Panya” escrito Mary e Rich Chamberlin e ilustrado por Julia Cairns é um livro ótimo, com ilustrações muito bonitas. Ele conta um pouco sobre a vida no Quênia e traz um excelente exemplo de partilha.

 

Elaboração: Alunos do 2º ano B

Professora: Ana Paula Nóbrega Sobrinho

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