Prudentina é nova chef pelo Le Cordon Bleu

Sinomar

Débora Magalhães Cavalini: alta gastronomia internacional

COLUNA - Sinomar

Data 24/12/2020
Horário 04:45
Ela era formada em Direito, mas, apaixonada por gastronomia, sonhava em ter essa especialização
Ela era formada em Direito, mas, apaixonada por gastronomia, sonhava em ter essa especialização

Débora Magalhães Cavalini é a mais nova “chef Pâtisserie” (especialista em confeitaria, com ênfase na culinária francesa) formada pela filial do Instituto francês Le Cordon Bleu, no Rio de Janeiro. Ela era formada em Direito, mas, apaixonada por gastronomia, sonhava em ter essa especialização. “Estudar no Le Cordon Bleu foi uma experiência incrível e que mudou minha vida. Não é uma escola de gastronomia e sim um aprendizado de vida”, comentou.

Bom dia

Quero ver você não chorar,
Não olhar para trás,
Nem se arrepender do que faz.

Quero ver o amor vencer
E se a dor nascer, 
Você resistir e sorrir.

Se você pode ser assim,
Tão enorme assim eu vou crer
Que o Natal existe
E ninguém é triste
Que no mundo há sempre amor.

Bom Natal, um feliz Natal,
Muito amor e paz pra você,
Pra você!

Obrigado!

Na véspera de Natal, quero destacar o trabalho de algumas pessoas daqui de Presidente Prudente que tentam melhorar o Natal dos mais carentes. São pessoas que dedicam um tempinho de sua vida para ajudar o próximo. Tudo a ver com o espírito natalino.

Comoção

Não é só Presidente Prudente e região, especialmente Caiabu onde ele nasceu. A morte de Edílson Rodrigues (o “Matheus”, da dupla Lucas & Matheus) provocou uma comoção em Portugal , onde ele era muito querido. Grande homem, bom filho, bom pai, simples e humilde, embora artista extraordinário, fez fãs e amigos por onde passou.

Mensagem

O português Antonio Carlos Lopes, que foi empresário de Lucas & Matheus por 22 anos, escreveu a seguinte mensagem sobre o amigo: “Começamos juntos a vossa bonita carreira. Com muita luta, dedicação, sacrifício, muita estrada. Percorremos Portugal e Ilhas vezes sem conta. Corremos meio mundo juntos. Rimos, choramos e discutimos muitas vezes, mas a amizade sempre superou tudo isso. Sempre me chamas-te de pai como expressão de carinho. Chamavas a minha falecida esposa de mãe, consideravas os meus filhos como teus irmãos. Ainda há dias combinávamos de marcar um jantar que infelizmente já não acontecerá. Como 22 anos não são 22 meses e muito menos 22 dias, se há alguém que te conheceu bem fui eu. Tínhamos tantas histórias para contar... mas a partir de agora ficam só entre nós. Enquanto estiveres na minha memória nunca morrerás. Portanto, até um dia destes meu amigo e ‘filho’. Abraços do ‘pai' Lopes”.

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