Prudentino fatura 2º lugar em concurso de fotografia da PUC-Campinas

Em sua primeira experiência competitiva, Gustavo Castilho concorreu na categoria amador, com a foto: “A energia solar: a união da tecnologia com o meio ambiente”

VARIEDADES - OSLAINE SILVA

Data 16/09/2021
Horário 07:00
Foto: Gustavo Castilho
Filhos de Gustavo Castilho ilustram a imagem tirada na Unoeste de Presidente Prudente
Filhos de Gustavo Castilho ilustram a imagem tirada na Unoeste de Presidente Prudente

O prudentino Gustavo Castilho, 45 anos, ficou em segundo lugar na categoria amador do Concurso de Fotografia Ações que Salvam o Planeta, organizado pela Faculdade de Jornalismo da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas (SP). Ele concorreu com a foto: “A energia solar: a união da tecnologia com o meio ambiente”. A premiação dos vencedores foi anunciada em uma live na manhã de ontem, durante a abertura do evento “Reverbera”.
Dentre 400 inscritos, entre público interno e externo, foram escolhidas as três melhores fotografias de cada categoria: profissional, amador e estudante. Cada participante poderia inscrever uma foto inédita e de sua autoria. O valor total do prêmio distribuído entre os finalistas foi de R$ 15 mil.
Conforme o site da universidade, o concurso que integra as atividades comemorativas dos 80 anos da PUC-Campinas e dos 50 anos do curso de Comunicação, faz parte da agenda da ONU Meio Ambiente e tem o patrocínio cultural da Eletromídia.
“Fiquei muito feliz porque este é o primeiro concurso que participo. E olha, abriu portas, porque me empolguei e hoje [ontem] mesmo eu e minha esposa já estávamos selecionando algumas fotos para outro concurso, desta vez mundial. Mas quem participará será ela”, salientou Gustavo, que é engenheiro agronômico e de segurança do trabalho.
Ele conta que o gosto pela fotografia começou por conta de sua esposa Letícia Marcoratti de Castilho, que além de ter esta arte como hobby há mais ou menos uns seis, sete anos, como o casal faz parte da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, ela também é a coordenadora de fotografia da Pascom (Pastoral da Comunicação), e certo dia em que o padre foi participar de uma carreata, ela pediu ao esposo que a ajudasse fotografar. Ele aceitou e achou que foi relativamente bem.
Depois disso, o professor Roberto Mancuzo, que também faz parte da pastoral, deu um curso básico para a equipe. Gustavo foi aperfeiçoando outras técnicas, foi pegando gosto até que chegou um dia em que colocaram no grupo que eles têm de fotografia, sobre o concurso. 
“O tema meio ambiente é algo que gosto muito. Chamei minha esposa pra gente fazer a foto, fui até a Unoeste [Universidade do Oeste Paulista], em Presidente Prudente, onde eu sabia que tinham as placas solares, mas não conhecia o local. Imaginei uma coisa e chegando lá era totalmente diferente. Aí vi meus filhos brincando, meio que pulando e comecei a prestar atenção. As placas pareciam o mar, com as árvores ao fundo, o resultado ficou bem bacana”, expõe Gustavo, detalhando sobre sua foto. 

Um dom repassado dos pais aos filhos

A fotografia já tomou conta de toda a família. Alice de 9 aninhos e Théo de apenas 3, já estão acompanhado os passos dos papais nas celebrações e fotografando junto com eles. “O povo acha lindo! E para gente é muito gratificante! O Théo não tem vergonha [risos], ele chega na frente das pessoas e tira as fotos todo desenvolto. Compramos uma máquina bem simples pra ele e sempre estamos juntos fotografando na igreja”, conta orgulhoso o papai Gustavo, ressaltando que a fotografia é uma forma de impactar de alguma forma benéfica as pessoas que observam cada uma com seu olhar. “Cada uma faz a sua leitura e todas são tocadas de alguma maneira”, complementa.



 

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