Qualidade do leite: Técnicas de manejo, boas práticas, higiene e manutenção são vitais 

Cristiano Machado

COLUNA - Cristiano Machado

Data 04/11/2021
Horário 06:35
Foto: Apta/Divulgação 
Luiz Carlos Roma Júnior: "Ao longo de nossas pesquisas, identificamos dez pontos fundamentais para a qualidade; o produtor, claro, pode fazer muito mais”
Luiz Carlos Roma Júnior: "Ao longo de nossas pesquisas, identificamos dez pontos fundamentais para a qualidade; o produtor, claro, pode fazer muito mais”

Pesquisador do IZ-Apta (Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Luiz Carlos Roma Júnior lidera projeto sobre qualidade do leite. Desde 2009, ano que teve início o trabalho, 286 pequenos e médios produtores leite receberam orientação do projeto, o que corresponde a 134 milhões litros de leite oriundo desses produtores com melhor qualidade. O IZ realizou 64 mil análises laboratoriais para monitorar a qualidade do leite dessas propriedades distribuídas em mais de 30 municípios do Estado de São Paulo.
Nesta sexta-feira, dia 5, o Instituto de Zootecnia disponibilizará aos pequenos e médios produtores de leite, publicação gratuita com dez dicas para melhor qualidade do leite de vaca e de búfala. O objetivo é levar informações práticas que são resultado de nove anos de pesquisas do IZ para melhoria do leite e, consequentemente, da renda desses produtores. 
Segundo Roma Júnior, a qualidade final do leite depende de vários fatores, como técnicas de manejo empregadas e boas práticas de higiene e ordenha, além da manutenção dos equipamentos de ordenha e práticas de registro. "Ao longo de nossas pesquisas, identificamos dez pontos fundamentais para a qualidade. O produtor, claro, pode fazer muito mais. Mas, se ele seguir essas recomendações, estará alinhado a Instrução Normativa 76 do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e terá um produto de boa qualidade, com aumento a produção e rentabilidade", afirma. (Com informações da Assessoria de Imprensa – APTA)
Confira os detalhes das dicas no www.norteagropecuario.com.br 

Mapa/Divulgação 

"A agricultura brasileira fez a sua parte e está fazendo. Vamos continuar trabalhando para que a nossa agricultura seja cada vez mais eficiente e sustentável. A sustentabilidade traz eficiência e renda para o produtor, então não tenho dúvida de que a nossa agricultura movida à ciência estará cada vez mais comprometida em alcançar essas metas”.
Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, segunda-feira, dia 1º, na abertura do Brasil na COP26, por videoconferência, na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em Brasília. 

Economista e consultor empresarial analisa resultados do setor sucroalcooleiro da região 

Um dos destaques do programa Agro & Negócios, da Rádio 101 FM, de Presidente Prudente, de domingo, dia 31 de outubro, foi a participação especial do economista e consultor estratégico empresarial, Adriano Machado Santos, da Práxis Assessoria, com sede na capital da Alta Sorocabana.
Entrevistado pelo jornalista Hugo Rocha, o empresário repercutiu recente trabalho de levantamento exclusivo feito pelo jornalista Cristiano Machado, na coluna Oeste Agropecuário, no jornal O Imparcial, segundo o qual, parte da região oeste paulista produziu 123 milhões de toneladas de cana-de-açúcar nos últimos dois anos. E que a estimativa é fechar 2021 com mais 61,7 milhões de toneladas em 828.849 hectares, apontam dados da Secretaria da Agricultura do Estado.
Adriano Machado analisou os resultados da produção de cana na região, os benefícios e retorno para a região da produtividade e o que as usinas têm feito em relação aos aspectos socioambientais. Ele explicou ainda um aspecto muito discutido: É dito sempre que em regiões produtoras de cana o preço de combustível (derivado) deveria ser menor. Confira a íntegra do programa no www.norteagropecuario.com.br 

Divulgação

Adriano Machado foi entrevistado no Agro & Negócios, na 101 FM de Prudente 

Governo do Estado anuncia renegociação a produtores 

Juros mais baixo, de 0,375% ao mês, em substituição à taxa pactuada, e até 60 meses para os produtores, associações e cooperativas rurais pagarem. Essa é a nova deliberação para renegociação de dívidas do Feap/Banagro (Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – o Banco do Agronegócio Familiar), fundo do governo do Estado de São Paulo, executado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento.
A renegociação de dívidas junto ao Feap já está disponível desde 18 de setembro, data que a deliberação foi publicada no Diário Oficial. A medida foi tomada na 96º Reunião do Conselho do Feap, a partir da solicitação de produtores rurais, associações e cooperativas. Com isso, a secretaria atua para auxiliar os produtores no enfrentamento às dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19, assim como geadas, crise hídrica e incêndios que aconteceram nos últimos meses.

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