Procon registra aumento de 11% nas reclamações sobre compra em e-commerce

Durante o primeiro quadrimestre, órgão municipal registrou 2.001 atendimentos, dos quais 35% foram feitos online

PRUDENTE - DA REDAÇÃO

Data 19/05/2020
Horário 17:04
Marcos Sanches/Secom - Atendimento pessoal foi retomado, mas prioriza consumidores que não têm acesso à internet Foto: Marcos Sanches/Secom - Atendimento pessoal foi retomado, mas prioriza consumidores que não têm acesso à internet

O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) de Presidente Prudente informa o  balanço do 1º quadrimestre de 2020. Neste período, foram registrados 2.001 atendimentos, dos quais 35% foram feitos online pelo site proconpp.sp.gov.br ou no e-mail procon@presidenteprudente.sp.gov.br.  

De acordo com a coordenadora Thaianne Santiago Olímpio, as maiores reclamações ainda são referentes a serviços financeiros (como contratos e cartão de crédito); serviços essenciais (como telefonia móvel); e produtos (vício, não entrega, demora na entrega). Houve aumento de 11% de reclamações sobre compra no comércio digital.

O atendimento pessoal foi retomado conforme decreto municipal 30.837/2020, das 8h às 14h. "No entanto, para garantir as medidas de prevenção, há limite de 10 atendimentos diários. Isso porque visamos a saúde e segurança dos consumidores, que são direitos básicos conforme disposto no Código de Defesa do Consumidor", explica a coordenadora.

"Muitas vezes o limite é atingido bem antes das 14h, por isso, o atendimento pessoal deve ser preferencialmente para aqueles que não têm acesso à internet. Os demais podem recorrer ao site proconpp.sp.gov.br e reclamar sem sair de casa, evitando o contato com outras pessoas", detalha.

A equipe do Procon tem adotado todas medidas de proteção ao Covid-19, como higienização do local, exigência de máscara e entrada de consumidor sem acompanhante. Na sala de atendimento, apenas dois atendimentos simultâneos, por isso, o tempo de espera pode ser maior que a média. 

A recomendação é que o consumidor busque orientações pelo telefone e site e tente resolver a questão inicialmente com o fornecedor. "Deverá buscar o Procon apenas se o caso não for resolvido com a empresa. Ainda, é recomendado que prefira o uso das plataformas digitais", finaliza a coordenadora.

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