Quando o sol se pôs no último dia de 2025, o gramado sintético do Tênis Clube já não era mais um campo de esportes. Sob as luzes de uma estrutura monumental, ele se transformava no palco de uma história que começou há 14 anos. Ali, o destino de mais de mil jovens se cruzava para escrever o primeiro capítulo de 2026. O ar estava carregado de uma eletricidade diferente; não era apenas a expectativa pela virada, mas a certeza de pertencer ao Réveillon Euforia, um evento que cresceu junto com uma geração.
Cada pessoa que atravessava o portal de entrada carregava um desejo. No traje branco, o pedido de paz; nos detalhes em dourado, o anseio por prosperidade. Mas, assim que o primeiro beat ecoou, todos os desejos se fundiram em um só: viver o agora com a intensidade que só o Euforia proporciona.
A TRILHA SONORA DE UM NOVO COMEÇO
A narrativa da noite foi contada em diferentes ritmos. O DJ Lazy Bear abriu o caminho com batidas que já rodaram o mundo, trazendo o luxo da cena eletrônica internacional para o solo prudentino. Quando Lucas Beat assumiu o comando, a arena explodiu; seus remixes transformaram a madrugada em um coro uníssono, onde o funk encontrou a melodia da virada em uma simbiose perfeita.
Mas a história precisava de mais cores. O sertanejo de André Félix trouxe o romance e a emoção dos abraços de meia-noite, enquanto o Pagode do Kota, com seu balanço inconfundível, preparou o espírito para as primeiras luzes do dia. Era uma jornada sensorial: do grave que faz o peito vibrar ao batuque que não deixa ninguém parado.
Enquanto o relógio avançava implacável, o serviço Open Bar Premium garantia que cada brinde fosse celebrado à altura da ocasião. Mas o verdadeiro "grand finale" dessa narrativa estava guardado para o momento em que o céu de Presidente Prudente começou a mudar de cor.
Ver o sol de 2026 nascer enquanto as famílias e amigos compartilhavam a primeira refeição do ano, ainda com a energia da pista vibrando na alma, foi o fechamento perfeito. A 14ª edição não foi apenas uma festa; foi um ritual de passagem que provou que, após 8 horas de música e alegria, o que fica não é apenas o cansaço feliz, mas a certeza de que a vida merece ser celebrada com toda a euforia que temos direito.

DJ LUCAS BEAT

GUSTAVO SANTOS, O “LAZY BEAR”

FILA PARA SELFIES COM O DJ LUCAS BEAT



