Venda de drogas entre universitários na mira da Deic

Ação prendeu três pessoas e apreendeu mais de 1 kg de maconha; apartamento na Rua Laguna foi alvo de buscas

PRUDENTE - ROBERTO KAWASAKI

Data 16/06/2020
Horário 11:56
Arquivo/Gabriel Buosi - Investigação é comandada pela Deic de Prudente
Arquivo/Gabriel Buosi - Investigação é comandada pela Deic de Prudente

Na segunda-feira, a Deic-8 (Divisão Especializada de Investigações Criminais) prendeu três pessoas acusadas por tráfico de drogas em Presidente Prudente. As prisões integram uma nova fase da investigação que apura a venda de entorpecentes entre universitários.

Dentre os presos está um estudante de 20 anos, já conhecido nos meios policiais. Conforme a Polícia Civil, investigadores estiveram na frente de um condomínio, na Rua Laguna, quando flagraram o momento em que uma dupla se aproximou com uma motocicleta. Os investigados, de 18 e 25 anos, entraram na propriedade e saíram depois de certo tempo. 

Eles foram acompanhados pelos policiais civis e abordados na rua Salvador Meloni, na Cidade Universitária.

Após busca pessoal, a equipe encontrou cinco tijolos de maconha dentro de uma mochila que estava com um dos suspeitos. Questionada, a dupla confessou que estava realizando o transporte da droga para entregar a um universitário, e que ela foi adquirida com um homem, no endereço monitorado.

De acordo com a polícia, os indivíduos fariam a venda e distribuição nas imediações de um campus universitário.

Após a abordagem e prisão da dupla, a equipe de investigação da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes deu segmento às diligências e localizou, no apartamento do endereço inicial, mais nove tijolos de maconha - quase 600 gramas de droga, bem como uma balança de precisão.

O rapaz, por sua vez, não estava no local, mas foi capturado posteriormente dentro do condomínio.

Durante os trabalhos policiais, um dos investigados já havia sido preso em flagrante delito em janeiro pela própria equipe Deic. No entanto, encontrava-se em prisão domiciliar.

De acordo com a Polícia Civil, a venda das drogas ocorria mesmo durante o período de isolamento social decretado em decorrência da pandemia da Covid-19.

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